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Trânsito

- Publicada em 03h11min, 21/08/2019. Atualizada em 21h16min, 20/08/2019.

Número de mortes no Estado é o menor em 12 anos

O Rio Grande do Sul registrou, no primeiro semestre deste ano, o menor número de mortes no trânsito desde 2007, quando o Detran-RS implementou a metodologia que contabiliza o número de vítimas que vêm a óbito até 30 dias pós acidente. De janeiro a junho, foram registradas 806 mortes, 7% a menos do que no mesmo período de 2018, com 865 vítimas fatais.
O Rio Grande do Sul registrou, no primeiro semestre deste ano, o menor número de mortes no trânsito desde 2007, quando o Detran-RS implementou a metodologia que contabiliza o número de vítimas que vêm a óbito até 30 dias pós acidente. De janeiro a junho, foram registradas 806 mortes, 7% a menos do que no mesmo período de 2018, com 865 vítimas fatais.
Desde 2010, quando foi registrado o pico de acidentalidade, com 1.147 mortes no primeiro semestre, a violência no trânsito vem diminuído. O número de acidentes fatais, por exemplo, caiu 5% em relação ao primeiro semestre de 2018, passando de 772 ocorrências para 733.
Conforme o balanço, acidentes com colisões frontais ou traseiras foram responsáveis por 34,5% das mortes, seguidas por atropelamentos (23%) e colisões laterais (12%). Os automóveis foram os veículos mais frequentes, representando 36% do total. Relativamente à frota é um percentual baixo, considerando que são 61% dos veículos em circulação. As motocicletas, ao contrário, representam 17% da frota e foram 22% dos veículos envolvidos em acidentes fatais.
A maioria das ocorrências (51%) ocorreu em sextas, sábados e domingos. O turno da noite foi considerado o mais perigoso, acumulando 36% dos acidentes fatais, assim como as rodovias (58%).
Entre as vítimas fatais, 27% eram condutores, enquanto 16%, passageiros. Os motociclistas, segundo o balanço, representaram 25% das mortes, e os pedestres, 21%. Seguindo um padrão histórico, os homens continuam sendo as principais vítimas, totalizando 79% das mortes. Entre as faixas etárias, 37% das vítimas tinha entre 21 e 39 anos, seguidas por pessoas entre 65 e 74 anos.
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