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Meio Ambiente

- Publicada em 03h15min, 20/08/2019. Atualizada em 03h00min, 20/08/2019.

Mudanças climáticas pautam conferência da ONU em Salvador

Teve início ontem a Semana Climática da América Latina e Caribe, realizada pela agência de mudanças climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com o governo brasileiro. A Conferência Climate Week recebe, até sexta-feira, cientistas, dirigentes políticos, entidades governamentais e não governamentais para debater as medidas ambientais frente às mudanças climáticas. O evento acontece no espaço Salvador Hall, na capital baiana.
Teve início ontem a Semana Climática da América Latina e Caribe, realizada pela agência de mudanças climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com o governo brasileiro. A Conferência Climate Week recebe, até sexta-feira, cientistas, dirigentes políticos, entidades governamentais e não governamentais para debater as medidas ambientais frente às mudanças climáticas. O evento acontece no espaço Salvador Hall, na capital baiana.
Em maio, a conferência chegou a ser cancelada pelo Ministério do Meio Ambiente, responsável por sediar o encontro. O ministro Ricardo Salles havia comunicado à ONU que o Brasil não receberia a conferência, mas acabou recuando por insistência do prefeito de Salvador, ACM Neto.
Com mais de 5 mil inscritos, a iniciativa pretende discutir a implementação regional das metas do Acordo de Paris, trocar experiências e promover negócios que apoiem a redução de emissões de gases de efeito estufa. A multiplicidade de eventos climáticos acontece em um contexto de urgência e busca convocar os países a aumentar a ambição das metas do Acordo de Paris, que são determinadas por cada nação.
Até o fim da semana climática, também se deve chegar a uma carta que será levada ao secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, que promoverá uma conferência sobre o clima em setembro, um dia antes da assembleia geral da ONU, em Nova Iorque, obrigando os chefes de Estado do mundo a dedicar atenção ao tema. A expectativa é de que os países passem a anunciar metas mais ambiciosas a partir do ano que vem - adiantando a revisão de metas prevista para 2023 no acordo climático.
A pressa vem acompanhada de aumento dos eventos extremos e uma sequência de recordes de temperatura no planeta. Os últimos quatro anos foram os mais quentes já registrados, de acordo com a Organização Mundial de Meteorologia.
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