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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Edição impressa de 01/08/2019. Alterada em 01/08 às 03h00min

Governo federal lança programa para substituir o Mais Médicos

Segundo Mandetta, o Médicos pelo Brasil vai reestruturar seu antecessor

Segundo Mandetta, o Médicos pelo Brasil vai reestruturar seu antecessor


FABIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR/JC
O Ministério da Saúde lançará hoje uma espécie de reformulação do programa Mais Médicos, que passará a se chamar Médicos pelo Brasil. Também deve ser confirmada uma proposta de pagamento de bônus baseado em indicadores de desempenho.
O Ministério da Saúde lançará hoje uma espécie de reformulação do programa Mais Médicos, que passará a se chamar Médicos pelo Brasil. Também deve ser confirmada uma proposta de pagamento de bônus baseado em indicadores de desempenho.
Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o Médicos pelo Brasil vai reestruturar seu antecessor. "(O programa) É basicamente direcionado para a atenção primária, praticamente voltado para o que a gente chama de 'Brasil profundo', as cidades mais vulneráveis", destacou ele, acrescentando que, nas cidades do Interior, é onde, muitas vezes, as campanhas públicas têm "menos apelo".
Ontem, durante lançamento de campanha para incentivar o aleitamento materno, Mandetta deu um exemplo vago dos critérios do novo programa. Segundo ele, as taxas de amamentação nos municípios serão levadas em conta para o pagamento dos profissionais do programa Médicos pelo Brasil.
No início da semana, uma portaria publicada no Diário Oficial da União assegurou que os cubanos que participaram do Mais Médicos vão poder solicitar residência no Brasil por um período de dois anos. O pedido deve ser feito à Polícia Federal.
De acordo com a portaria, o profissional beneficiado poderá pedir a extensão desse visto por período "indeterminado". O Ministério da Saúde estima que cerca de 1.800 cubanos que atuavam no programa permaneceram no País.
O Mais Médicos sofreu uma debandada de profissionais no final do ano passado, após críticas do então candidato Jair Bolsonaro. Na campanha eleitoral, o presidente chegou a dizer que expulsaria os cubanos que não fossem aprovados no Revalida (programa de revalidação de diplomas obtidos no exterior). Desde então, o governo tem encontrado dificuldades para preencher as vagas, principalmente em áreas de difícil acesso. A portaria faz parte da intenção de repaginar o programa.
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