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Porto Alegre, terça-feira, 09 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

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Patrimônio

Edição impressa de 09/07/2019. Alterada em 09/07 às 03h00min

UFRJ quer reabrir Museu Nacional para os 200 anos da Independência

Palácio foi destruído por um incêndio em 2 de setembro do ano passado

Palácio foi destruído por um incêndio em 2 de setembro do ano passado


CARL DE SOUZA/AFP/JC
A nova reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, que tomou posse ontem, afirmou que pretende reabrir ao menos uma ala do Palácio São Cristóvão, do Museu Nacional, até o bicentenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022. O palácio foi destruído por um incêndio em 2 de setembro do ano passado, tragédia que causou grande prejuízo ao acervo e à pesquisa brasileira.
A nova reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, que tomou posse ontem, afirmou que pretende reabrir ao menos uma ala do Palácio São Cristóvão, do Museu Nacional, até o bicentenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022. O palácio foi destruído por um incêndio em 2 de setembro do ano passado, tragédia que causou grande prejuízo ao acervo e à pesquisa brasileira.
"Estamos trabalhando para que pelo menos uma parte do palácio possa ser inaugurada no bicentenário da Independência. Espero que possamos ter o apoio não só da comunidade nacional, da nossa sociedade, mas da sociedade internacional", ressaltou.
A reitora lembrou que é preciso recuperar também salas de aula e laboratórios destruídos pelo incêndio e descreveu que a reconstrução do museu se dará em três frentes: o palácio; as áreas acadêmicas, que ficarão em um prédio novo; e a reforma do Horto Botânico do Museu Nacional, área que passou a concentrar todas as atividades desde o incêndio.
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