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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de junho de 2019.
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meio ambiente

Alterada em 26/06 às 18h06min

Vale anuncia reforço em estruturas de mina em Brumadinho

O investimento será de R$ 1,8 bilhão, conforme a mineradora, até 2023

O investimento será de R$ 1,8 bilhão, conforme a mineradora, até 2023


MAURO PIMENTEL/AFP/JC
Estadão Conteúdo
Cinco meses depois do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a Vale anunciou nesta quarta-feira (26), reforço de estruturas que permanecem de pé no complexo de mineração e obras para evitar que a lama que vazou da barragem continue chegando ao Rio Paraopeba. O investimento será de R$ 1,8 bilhão, conforme a mineradora, até 2023. A barragem da Vale em Brumadinho ruiu em 25 de janeiro de 2019 matando 246 pessoas. Outras 24 estão desaparecidas.
Cinco meses depois do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a Vale anunciou nesta quarta-feira (26), reforço de estruturas que permanecem de pé no complexo de mineração e obras para evitar que a lama que vazou da barragem continue chegando ao Rio Paraopeba. O investimento será de R$ 1,8 bilhão, conforme a mineradora, até 2023. A barragem da Vale em Brumadinho ruiu em 25 de janeiro de 2019 matando 246 pessoas. Outras 24 estão desaparecidas.
Entre as estruturas que passarão por obras estão a barragem B6, de água, que fica próxima à B1, que ruiu. À época do rompimento, o temor das autoridades era de que a B6 também entrasse em colapso, o que poderia aumentar o impacto causado pelos rejeitos que desceram da barragem B1. Do valor a ser investido, conforme a empresa, entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões serão aportados em 2019.
Para a contenção de rejeitos, que se movimentam mais sobretudo em dias de chuva, a empresa prevê a construção de 15 estruturas de contenção no caminho da lama até o Paraopeba. A empresa anunciou ainda que será erguida uma "barreira hidráulica filtrante", que terá cem metros de extensão.
"Todas essas estruturas têm a função de reter os sedimentos mais grossos e, ao mesmo tempo, diminuir a velocidade da água que desce pelo ribeirão Ferro-Carvão", segundo a Vale. O ribeirão citado pela empresa é afluente do Rio Paraopeba. A expectativa da mineradora é de que as obras mobilizem 2,5 mil trabalhadores na região.
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