Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 16 de maio de 2019.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Educação

Alterada em 16/05 às 13h55min

MEC diz que já empenhou 28,9% do orçamento das instituições federais

Abraham Weintraub recebeu nesta manhã representantes dos reitores de universidades federais

Abraham Weintraub recebeu nesta manhã representantes dos reitores de universidades federais


FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL/JC
Folhapress
O MEC (Ministério da Educação) informou que já empenhou até agora, na média, 28,9% dos recursos discricionários (que não incluem salários) das instituições federais de ensino superior.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, recebeu na manhã desta quinta-feira (16) representantes dos reitores das universidades federais para falar sobre o tema. O encontro, que já estava agendado, ocorre após manifestações em todo país contra cortes na educação.
O empenho representa um compromisso do executivo para o pagamento, embora ainda falte a execução.
As universidades federais sofreram um bloqueio de 30% dos recursos discricionários referentes ao previsto para o ano todo. A equipe do MEC afirma que o impacto para as universidades não será grande neste semestre, uma vez que há o indicativo de se empenhar 40% até o meio do ano.
O secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, disse que casos particulares serão analisados. "Quando alguém precisa de um adicional é só vir aqui. Isso é meramente operacional, sempre foi assim", disse ele.
Caso não seja revertido, o corte, que soma R$ 2 bilhões nas universidades federais, terá impacto maior no segundo semestre. O governo tem insistido que, se a reforma da Previdência for aprovada, a economia pode melhorar, e os bloqueios serão revertidos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia