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ensino superior

10/05/2019 - 16h14min. Alterada em 10/05 às 16h14min

Reitores e deputados gaúchos pedem mobilização contra corte de verbas

Reitores e pró-reitores se reuniram com deputados para buscar solução política para cortes

Reitores e pró-reitores se reuniram com deputados para buscar solução política para cortes


LEANDRO MOLINA/ALRS/DIVULGAÇÃO/JC
Reitores e pró-reitores de sete universidades e três institutos federais gaúchos foram recebidos, no final da tarde desta quinta-feira (9), pela presidência da Assembleia Legislativa, em reunião para buscar soluções políticas para a crise gerada nas instituições educacionais em razão do corte no orçamento anunciado recentemente pelo governo de Jair Bolsonaro.
Em nota divulgada pelo Legislativo gaúcho, os deputados e dirigentes educacionais convocaram autoridades, comunidade acadêmica e sociedade em geral para uma agenda de mobilização contra os cortes - que chegam a 30% das verbas destinadas para instituições de ensino superior. Apenas no Estado, o corte passaria de R$ 190 milhões. 
O deputado Edegar Pretto (PT), que intermediou a reunião de reitores com a presidência da Assembleia, propõe que o Legislativo reedite a mobilização estadual dos poderes e comunidade acadêmica, feita por ele em 2017 na presidência da Casa a partir do pedido de reitores.
"Vamos fazer a nossa parte. A Assembleia não pode cruzar os braços e aceitar passivamente um corte que inviabiliza a Educação, com grande risco das instituições públicas fecharem as portas", afirmou o parlamentar em nota da AL.
O presidente Luís Augusto Lara (PTB) colocou o Parlamento gaúcho à disposição. “A Assembleia Legislativa é uma trincheira dessa luta”, resumiu.
Os reitores também pediram intermediação da Assembleia para se reunir com o governador do Estado, Eduardo Leite (PSDB), e cobrar apoio do governo à causa. 
As universidades já apontaram que, com os cortes anunciados, a perspectiva é de fim de serviços oferecidos à população, projetos e até mesmo o encerramento das aulas a partir de setembro.
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Comentários
Pedro 11/05/2019 07h43min
Eles vivem igual a nababos, salários altíssimos, viagens pagas, voos diretos e primeira classe é claro. Nada contra, se fossem agentes privados, mas são publicos.