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Ensino Superior

21/03/2019 - 13h18min. Alterada em 21/03 às 14h04min

Mesmo sem receber salário, professores do IPA decidem manter atividades

Com o salário de fevereiro atrasado, professores querem diálogo com nova reitoria

Com o salário de fevereiro atrasado, professores querem diálogo com nova reitoria


Sinpro RS/Divulgação/JC
Flávia Pereira e Matheus Closs
Mesmo sem terem recebido o salário do mês de fevereiro, os professores do Centro Universitário Metodista (IPA) decidiram não paralisar as atividades na instituição. O posicionamento foi tomado durante assembleia na sede do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do RS (Sinpro-RS), nesta quarta-feira (20). Os docentes optaram por aguardar contato com o novo reitor do IPA, Marcos Wesley da Silva, que assumiu o cargo na última segunda-feira (18). Uma nova assembleia foi marcada para 8 de abril, prazo limite para pagamento das pendências financeiras. 
"Os professores decidiram valorizar o fato novo da semana, que é a indicação do novo reitor. Então o sindicato deve buscar uma interlocução com a nova reitoria", disse diretor do Sinpro-RS, Marcos Fuhr. Para ele, o período até a próxima assembleia servirá para "sentir o que vai mudar" na administração da instituição.    
O atraso no salário do mês de janeiro desencadeou uma greve em fevereiro, às véspera do início das atividades do ano letivo. A paralisação se encerrou no início do mês, em uma assembléia no dia 6 de março, em função do pagamento do mês de janeiro. No encontro, uma nova plenária foi marcada para o dia 20 de março, data definida para o pagamento dos salários de fevereiro. 
Na terça-feira (19), membros da reitoria do IPA e a Rede Metodista não compareceram na audiência pública marcada na Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. O encontro teve como pauta discutir a situação do centro universitário que enfrenta dificuldades com atrasos de salários, benefícios trabalhistas e direitos como o FGTS.
Segundo o diretor do Sinpro-RS, Marcos Fuhr, a ausência da instituição no encontro foi uma oportunidade perdida para que os interessados pudessem comparecer e contribuir com soluções e prejudicial ao seguimento do encontro. "A ausência da instituição em pauta, fez com que a audiência ficasse só com a nossa versão", comentou Fuhr. "Flagrantemente um desrespeito com o poder público e os demais convidados", definiu o diretor da entidade sobre a falta do IPA no encontro. 
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