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Violência

- Publicada em 13h37min, 19/02/2019. Atualizada em 13h37min, 19/02/2019.

'Arma de fogo legal resolveria', diz Carlos Bolsonaro sobre mulher espancada

Carlos Bolsonaro comentou o caso da empresária espancada durante quatro horas no Rio de Janeiro

Carlos Bolsonaro comentou o caso da empresária espancada durante quatro horas no Rio de Janeiro


SERGIO LIMA/AFP/JC
O vereador Carlos Bolsonaro (PSC) comentou nesta terça-feira (19) o caso da empresária espancada durante quatro horas no Rio de Janeiro. "Se esta senhora tivesse como se defender, e fosse de sua vontade, uma arma de fogo legal resolveria justamente este absurdo", escreveu o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) em postagem no Twitter.
O vereador Carlos Bolsonaro (PSC) comentou nesta terça-feira (19) o caso da empresária espancada durante quatro horas no Rio de Janeiro. "Se esta senhora tivesse como se defender, e fosse de sua vontade, uma arma de fogo legal resolveria justamente este absurdo", escreveu o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) em postagem no Twitter.
No fim de semana, a empresária Elaine Caparróz, de 55 anos, foi espancada por Vinícius Batista Serra, de 27 anos, que está em prisão preventiva. As agressões teriam começado enquanto ela dormia e somente cessaram após a intervenção de vizinhos. O caso ocorreu dentro do apartamento de Elaine, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Ela está internada na UTI.
Na postagem, Carlos Bolsonaro declara, ainda, que "a defesa pessoal dentro de sua casa" precisaria ser "prioridade urgente do Congresso Nacional". Em janeiro, um decreto presidencial flexibilizou a posse de armas no País. Ainda há, contudo, discussões sobre a ampliação do porte de arma.
Em janeiro, um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo apontou que o índice de mulheres mortas a tiros dentro de casa é quase o triplo do registrado em relação ao sexo masculino.
Com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, o balanço mostra que, das 2.796 mulheres foram mortas por arma de fogo em 2017, 25% foram vitimadas em domicílio.
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