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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Geral

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Rio de Janeiro

Alterada em 08/02 às 11h57min

Dodge lamenta incêndio no Rio e pede atuação de órgãos de fiscalização

Em sessão extraordinária, Dodge destacou a dificuldade de prevenir tragédias de grandes proporções

Em sessão extraordinária, Dodge destacou a dificuldade de prevenir tragédias de grandes proporções


JOSE CRUZ/AGENCIA BRASIL/JC
Agência Brasil
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, lamentou a morte dos dez jovens no incêndio que atingiu nesta sexta-feira (8) o Centro de Treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro. Ao abrir a sessão extraordinária do Conselho Superior do Ministério Público Federal, em Brasília, ela destacou a grande dificuldade de se prevenir essas tragédias de grandes proporções, seja em área urbana ou rural.
Dodge lembrou ainda os recentes incêndios e desabamentos de prédios e estruturas urbanas, alagamentos e deslizamentos, além de rompimentos de barragens como na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, no dia 25 de janeiro. Para ela, esses eventos são evitáveis e preveníveis, por isso, é preciso que os órgãos de fiscalização e controle atuem de forma eficiente no Brasil.
"Estamos lidando no mundo moderno com fenômenos que causam desastres humanos de grandes proporções, produzidos por usinas nucleares, barragens, chuvas que causam deslizamentos há anos seguidos, são fenômenos e fatos que exigem a atuação dos órgãos de controle para verificarmos se as medidas estão sendo tomadas", disse.
A procuradora-geral prestou condolências às famílias de vítimas dos últimos eventos trágicos e disse que é preciso que a Justiça funcione para fazer a reparação dos danos a essas pessoas, tanto materiais quanto "os danos que rompem seus estilos de vida, que são tão finitas".  
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