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Porto Alegre, quarta-feira, 22 de agosto de 2018.
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Direitos Humanos

Edição impressa de 22/08/2018. Alterada em 22/08 às 01h00min

Oito em cada dez venezuelanos desejam sair da região de fronteira em Roraima

Agência Brasil
No mínimo 80% dos venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira com Pacaraima, em Roraima, estão dispostos a ir para outras regiões do País, caso recebam ajuda do governo federal. O dado consta em relatório de centro de triagem instalado no município, a partir de 7.015 pessoas acolhidas entre 18 de junho e 12 de agosto. A cidade, que enfrenta dificuldades para lidar com o fluxo migratório, acabou sendo palco de ataques contra venezuelanos no último fim de semana.
Segundo o relatório, 70% dos refugiados têm, no mínimo, Ensino Médio completo. As experiências de trabalho mais comuns entre eles são no setor de vendas, construção civil, trabalho doméstico, cozinheiro e como cabeleireiros e esteticistas.
A maioria é solteira (57%), e os homens (61%) são mais numerosos que as mulheres (39%). Apenas 16% têm mais de 45 anos, e foi registrada a entrada de 110 gestantes, 119 pessoas com deficiência, 44 idosos desacompanhados e 30 doentes graves.
Após as hostilidades registradas contra venezuelanos na fronteira, o governo federal anunciou o envio de 120 integrantes da Força Nacional ao local. No final de agosto, mil abrigados em Roraima - distribuídos em dez abrigos em Boa Vista e Pacaraima - serão interiorizados, segundo informou ontem a Casa Civil. Na próxima etapa do programa de interiorização, no início de setembro, os venezuelanos sairão, em voos marcados, para a Região Sul do País.
Também será construído um novo abrigo de transição entre Boa Vista e Pacaraima, além da ampliação do número de vagas nos abrigos existentes.
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