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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Protestos

10/08/2018 - 11h16min. Alterada em 10/08 às 12h36min

Centrais protestam contra reformas em 'Dia do Basta'

Após concentração em frente ao Piratini, a categoria realizou caminhada até o TRT-4

Após concentração em frente ao Piratini, a categoria realizou caminhada até o TRT-4


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Sofia Schuck
Diversas centrais sindicais realizam manifestações nesta manhã de sexta-feira (10) contra as reformas trabalhistas que foram efetivadas no governo do presidente Michel Temer (MDB). A agenda de protestos faz parte das ações convocadas para o “Dia do Basta”, que mobiliza categorias pelo País.
No Rio Grande do Sul, as ações principais ocorrem em Porto Alegre e reúnem representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral de Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores RS (NCST), Central da Classe Trabalhadora (Intersindical) e Força Sindical. Na Capital, a caminhada dos movimentos gerou transtornos no trânsito. A equipe da EPTC fez desvios em avenidas e ruas para amenizar o impacto no fluxo de veículos.
Os manifestantes se concentraram por volta das 8h em frente à sede da Fecomércio-RS, na avenida Alberto Bins, e seguiram em caminhada até o Palácio Piratini, onde realizaram um ato contra o parcelamento de salários de servidores. Logo depois, os manifestantes seguiram em direção ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), na avenida Praia de Belas, onde o foco é a defesa da justiça do Trabalho e dos direitos sociais dos trabalhadores. O protesto deve se encerrar ao meio-dia, concluindo a agenda do Dia do Basta.
De acordo com o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, os sindicatos pressionam pela revogação da reforma trabalhista e se posicionam contra a proposta de reforma da previdência. “A reforma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi uma grande mentira para o povo, não gera empregos, precariza as relações de trabalho e trouxe insegurança jurídica”, ressaltou Vidor. 
Há também manifestações em Canoas, Guaíba, Passo Fundo, Santa Maria, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Cruz do Sul, Vacaria, Osório e São Lourenço do Sul. Segundo a CTB, houve atos em frente às sedes da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, e o Polo Petroquímico de Triunfo.
Em nota, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) afirmou que as reformas têm trazido desemprego, retirada de direitos, aumento do gás de cozinha e combustíveis, privatizações e entrega da soberania nacional.
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