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Porto Alegre, quinta-feira, 26 de julho de 2018.
Dia dos Avós.

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Comunicações

Alterada em 26/07 às 18h33min

Aneel quer leiloar o 5G em 2019

Agência deve encerrar fase de testes laboratoriais até o fim de agosto

Agência deve encerrar fase de testes laboratoriais até o fim de agosto


FUJITSU/DIVULGAÇÃO/JC
Agência Brasil
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve encerrar até o final de agosto a fase de testes em laboratório para o uso da faixa de 3,5 GHz, em aplicações de 5G. A informação é do conselheiro Leonardo de Morais, acrescentando que a intenção da agência reguladora é promover o leilão do 5G em 2019.
"Nossa perspectiva é concluir os testes de convivência e interferência até agosto, dentro do objetivo de colocar em leilão até o segundo semestre do ano que vem" disse Morais nesta quinta-feira (26).
Enquanto o 4G oferece, em média, aproximadamente 45Mbps (megabit por segundo) de transferência de dados para download. A expectativa é que a tecnologia 5G possa atingir velocidade de navegação e download cerca de 10 a 20 vezes mais rápida.
De acordo com o conselheiro, os testes serão realizados no centro de referência tecnológica da Claro, localizado na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Morais disse que os contatos com os operadores interessados no 5G, como teles e empresas de tecnologia, têm sido acima das expectativas.
"Estamos confiantes de que essa convivência será possível e vamos analisar a necessidade de medidas de mitigação de interferências", disse.
Um dos problemas para o uso do 5G é que parte da faixa de 3,5 GHz atualmente é utilizada para recepção do sinal de TV aberta via parabólica. Os testes servirão para apontar eventuais possibilidades de interferência. "Não podemos esquecer da questão social, que é a recepção dos sinais da televisão aberta via parabólicas", alertou o conselheiro.
Uma das medidas para mitigar as interferências poderia ser a substituição de um dos componentes das parabólicas. De acordo com Morais, a estimativa é que o sinal de TV aberta seja recebido por parabólica em cerca de 20 milhões de domicílios. "Esse número precisa ser dimensionado para sabermos efetivamente quantas pessoas podem ser afetadas".
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