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Porto Alegre, quarta-feira, 18 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Alterada em 18/07 às 18h58min

Sem resposta sobre toxoplasmose, técnicos avaliam água em Santa Maria

Técnicos verificam eventual risco nas barragens em Santa Maria e em Júlio de Castilhos

Técnicos verificam eventual risco nas barragens em Santa Maria e em Júlio de Castilhos


PREFEITURA DE SANTA MARIA/DIVULGAÇÃO/JC
Santa Maria já soma 621 casos confirmados de toxoplasmose, que se habilitar a ser o maior surto da história no mundo, e ainda desconhece a causa da contaminação dos moradores. Agora técnicos do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), do Ministério da Saúde, profissionais do município e do Estado , realizam vistorias em diferentes pontos da cidade para avaliar o sistema de fornecimento de água. A suspeita de que a água pudesse ser a fonte de transmissão do protozoário causador da doença até agora não se confirmou.  
A Corsan, que é a concessionária do abastecimento, fez testes, além de limpeza de locais, e descartou a presença do Toxoplasma gondii. O superintendente da Vigilância em Saúde local, Alexandre Streb, diz que os dois profissionais do Vigiagua permanecerão na cidade até esta sexta-feira. Streb explica que os profissionais pretendem identificar pontos de possível risco nos mananciais e na rede de reservatórios.
Entre os pontos monitorados estão a Barragem Adolfo Costa e Silva, na localidade de Val de Serra, em Júlio de Castilhos, e a barragem do DNOS, em Santa Maria. O relatório mais recente divulgado sobre a contaminação aponta, até 29 de junho, 27 novos registros da doença o que elevou a 621 casos confirmados. 
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