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Porto Alegre, sexta-feira, 20 de julho de 2018.
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Jornal do Comércio

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transportes

17/07/2018 - 08h41min. Alterada em 17/07 às 16h57min

Trensurb fecha estações devido a problema técnico; serviço volta a operar

Passageiros da Trensurb foram surpreendidos por estações fechadas devido a problemas

Passageiros da Trensurb foram surpreendidos por estações fechadas devido a problemas


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Bruna Oliveira e Patrícia Comunello
Atualizada às 12h32min
Os trens metropolitanos da região de Porto Alegre voltaram a circular às 12h30min, informou a Trensurb em seu Twitter. A estatal informou que reabriria as estações para que os usuários pudessem acessar o transporte, após ficar toda a manhã desta terça-feira (17) com operação precária e até parada.    
Os usuários enfrentaram transtornos devido a um raio que teria atingido a rede elétrica do serviço durante o temporal em Porto Alegre. Todas as estações foram fechadas devido à falha técnica, e a circulação foi interrompida até que o problema fosse resolvido. Cerca de 180 mil pessoas utilizam diariamente o serviço entre Porto Alegre e Novo Hamburgo. 
A falha começou por volta das 6h45min. A empresa informou que os trens estavam operando em via única entre as estações Canoas e Fátima. Por volta das 7h50min, no entanto, um trem apresentou problemas no trecho, interrompendo toda a operação. Com a paralisação total do transporte, as estações de Porto Alegre e das cidades da Região Metropolitana são afetadas. 
Nas redes sociais, usuários relatam que as plataformas estão lotadas e reclamam de longa espera dentro dos trens até que o problema seja resolvido. De acordo com a Trensurb, o Aeromóvel está operando normalmente.
Com as dificuldades do trem, a diarista Angélica Farias de Abreu perdeu a faxina que faria nesta terça-feira em uma residência em Porto Alegre. Ela ganharia R$ 150,00 para fazer o trabalho, mas como não chegaria a tempo, a cliente cancelou. "Teria de chegar até as 8h30min, mas fiquei uma hora e meia dentro do trem", conta Angélica, que reside em Canoas.
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Angélica perdeu a faxina que faria por R$ 150,00 devido a atraso do trem
Ela embarcou no trem na estação central da cidade da Região Metropolitana às 7h30min. A estação estava fechada, mas chegou um último trem lotado. "Me empurrei para dentro, ficamos como em lata de sardinha", descreve ela. Até as 9h, foi um para e anda a cada estação, e com pouca explicação do que estava ocorrendo. "Pelo sistema de som do trem, o maquinista avisava que ia ficar parado e pedia paciência."
Sem a faxina do dia, que seria a primeira da semana, a diarista desembarcou na estação da Rodoviária em Porto Alegre e a preocupação passou a ser outra, já que não poderia voltar de trem para casa. A estação foi fechada. "Vou ver quanto é a passagem do ônibus e catar moedas para pagar", indigna-se a passageira.
A Metroplan, que gerencia o transporte de ônibus na Região Metropolitana, reclamou que a Trensurb não comunicou sobre as dificuldades logo que começaram a afetar os trens. "É uma falha que não pode se repetir", reagiu o superintendente da fundação, Pedro Bisch Neto, que diz ter ligado à direção da Trensurb para cobrar informação. Bisch Neto explica que existe um protocolo de condutas a serem adotadas para reforço de linhas de ônibus nesses casos. Algumas empresas que atuam na zona de influência dos trens aumentaram a oferta de carros e horários, diz os superintendente. 
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Comentários
Celso Pereira dos Santos 20/07/2018 21h50min
A Trensurb tinha um sistema de para raios ao longo da via, mas por falta de manutenção pararam de funcionar. Alem disso durante a ocorrência houve um grave erro operacional. Um dos trens parou e o centro de controle achou que era problema no trem, então enviou outro trem para rebocar, mas o problema era falta de energia na rede aérea. Foram, então, obrigados a enviar um veículo para rebocar os dois trens parados. O que esta faltando na Trensurb é organização, planejamento, comprometimento.