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Saúde

12/07/2018 - 14h06min. Alterada em 13/07 às 10h43min

Trabalhadores de saúde da família de Porto Alegre podem entrar em greve

Assembleia pretende discutir as negociações coletivas de trabalho com o Imesf da Capital

Assembleia pretende discutir as negociações coletivas de trabalho com o Imesf da Capital


SINDISAUDE RS/DIVULGACAO/JC
Enfermeiros, agentes comunitários e demais profissionais da saúde ligados ao Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (Imesf) de Porto Alegre podem deflagrar greve nesta quinta-feira (12), em assembleia geral das categorias. A mobilização é convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros do Rio Grande do Sul (Sergs) e Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde (Sindisaúde) e pretende discutir as negociações coletivas de trabalho com o Imesf, que é ligado à prefeitura da Capital. Médicos de família ligados ao Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) vão acompanhar a plenária.
De acordo com o presidente do Sergs, Estêvão Finger, a insatisfação dos profissionais com o governo municipal é “unânime”. Segundo Finger, todas as tentativas de negociação coletiva com o instituto foram frustradas. “Os reajustes salariais foram rejeitados em 2017 e 2018, com proposta patronal de reajuste zero. Os Acordos Coletivos de Trabalho não estão sendo renovados desde 2016”, afirma Finger.
De acordo com o sindicato, o contrato de gestão de 2017, assinado pelos secretários municipais da Saúde, Erno Harzhein, e o da Fazenda, Leonardo Busatto, prevê reajuste anual aos trabalhadores do Imesf que ainda não foi concedido. A assembleia está marcada para as 17h30min no auditório do Cpers-Sindicato, no Centro de Porto Alegre.
Se o quadro do Imesf aprovar a paralisação, será o segundo segmento a seguir por este caminho. Na manhã desta quinta, os municipários aprovaram greve em assembleia em frente à Câmara de Vereadores. A categoria aproveitou que o acesso ao prédio está sendo bloqueado devido a tumultos e tensão gerada pela pauta dos projetos enviados pelo governo municipal e que retiram vantagens do funcionalismo. A paralisação é por tempo indeterminado e começa no domingo (15), 72 horas após a plenária. O movimento é efeito das propostas do Executivo. 
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