Isadora Jacoby

Angélica Dalla Rosa explica a necessidade de se ter metas motivadoras, mas realistas

'Cuidar de você pode ser mais importante que ter estratégia de negócio', afirma especialista

Isadora Jacoby

Angélica Dalla Rosa explica a necessidade de se ter metas motivadoras, mas realistas

Não esmorecer no caminho até atingir um objetivo é um dos principais desafios vividos por quem empreende. No último ano, com pouca previsibilidade, essa sensação cresceu. Para Angélica Dalla Rosa, coach de carreira, o momento trouxe, ainda mais, a necessidade de olhar para o todo e, assim, ter metas que caibam no contexto. "Principalmente nesse momento em que muitos setores foram afetados pela pandemia, e é bom lembrarmos que ainda estamos em pandemia, é importante o empreendedor parar e olhar para o todo, quais setores devem ter queda, quais crescerão. Não só do setor da sua empresa, mas dos clientes também, porque isso vai impactar diretamente no negócio", pontua Angélica, destacando que essa análise deve ser frequente. "Pelo menos a cada três meses, é importante parar e rever o negócio, observar o cenário macroeconômico do País, para saber se está investindo em algo com potencial", explica.

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Não esmorecer no caminho até atingir um objetivo é um dos principais desafios vividos por quem empreende. No último ano, com pouca previsibilidade, essa sensação cresceu. Para Angélica Dalla Rosa, coach de carreira, o momento trouxe, ainda mais, a necessidade de olhar para o todo e, assim, ter metas que caibam no contexto. "Principalmente nesse momento em que muitos setores foram afetados pela pandemia, e é bom lembrarmos que ainda estamos em pandemia, é importante o empreendedor parar e olhar para o todo, quais setores devem ter queda, quais crescerão. Não só do setor da sua empresa, mas dos clientes também, porque isso vai impactar diretamente no negócio", pontua Angélica, destacando que essa análise deve ser frequente. "Pelo menos a cada três meses, é importante parar e rever o negócio, observar o cenário macroeconômico do País, para saber se está investindo em algo com potencial", explica.
O momento de revisão marcado pelo início do segundo semestre pode provocar angústia em quem ainda se sente longe de atingir os objetivos traçados no início do ano. É preciso, garante Angélica, encarar as metas como agentes de motivação para a rotina. "As metas têm muito mais um papel positivo que negativo. O que precisamos ter muito cuidado, em termos mais emocionais e de motivação, é colocar metas que sejam relevantes e realistas. Não adianta querer ter um faturamento 20 vezes maior que o atual, sendo que a empresa não vai conseguir crescer tanto nesse período. O que não dá é para abrir mão de ter uma meta, ter um prazo, porque isso vai nortear o seu dia a dia. Todas as ações diárias precisam estar focadas nessa meta", orienta Angélica.
Quem não atingiu os objetivos propostos para o primeiro semestre deve reavaliar se é pertinente mantê-los para o fim do ano e entender por que não aconteceu. Identificar o que faz parte do esforço de quem empreende e o que está relacionado ao contexto externo do negócio é muito importante, segundo a especialista, para encarar os desafios de empreender. Angélica indica, inclusive, ter diferentes tipos de metas. A ouro é a mais importante e desafiadora, mas que, com esforço, é possível de ser alcançada. A meta prata é intermediária, e que, se realizada, traria grande satisfação para o empreendedor. O terceiro tipo de meta é a bronze, que depende somente do esforço pessoal. "Quando trabalhamos com esses três tipos, apesar de parecer que tem muitos dados para mensurar, acaba facilitando", aconselha. Apesar das estratégias, Angélica acredita que o mais importante é que quem empreende esteja feliz.
Isadora Jacoby

Isadora Jacoby - repórter do GeraçãoE

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