Pâmela Maidana

Nesse 20 de novembro, o GE compilou uma lista de negócios geridos por pessoas negras no Rio Grande do Sul para você apoiar e se orgulhar

10 afroempreendedores gaúchos para conhecer no Dia da Consciência Negra

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Nesse 20 de novembro, o GE compilou uma lista de negócios geridos por pessoas negras no Rio Grande do Sul para você apoiar e se orgulhar

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ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
Muitos negócios tiveram que se reinventar durante a pandemia, principalmente aqueles que trabalham com eventos, como da empreendedora Lu Brito. O Gurizada Faceira é especializado em montar espaços para eventos, mas durante a pandemia Lu começou a montar kits lúdicos para as crianças curtirem em casa. O básico que custa R$ 85,00 e contém giz de cera, brinquedo de papelão, massinha de modelar, tinta guache, entre outros.
ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
A jornalista Thais Silveira atuou em diversas empresas em Porto Alegre e chegou a lançar uma revista para mulheres negras. Atualmente, ela dá aulas em um curso de diversidade da universidade La Salle e oferece serviços de consultoria para deixar as empresas mais plurais. 
JOYCE ROCHA/JC
As cunhadas Bárbara Centeno e Dandara Ferreira começaram, em julho deste ano, a fabricação de pães artesanais sob encomenda. A Pãomares surgiu de um trocadilho com Quilombo de Palmares, um dos quilombos mais populosos e conhecidos do Brasil. Os nomes dos pães são homenagens a figuras negras brasileiras que foram importantes e que são desconhecidas de muita gente. Exemplo disso é Tebas, um ex-escravizado que foi responsável por obras arquitetônicas na capital paulista, como a torre da antiga Igreja da Matriz da Sé.
Arquivo Pessoal/Divulgação/JC
A empreendedora Fernanda Barbosa, de 24 anos, tem a própria loja de roupas, a Doce Capitu. Mesmo já gostando de moda e tendo experiência com a costura, Fernanda teve a ideia depois que a sua filha Anthonia nasceu. A Doce Capitu foi pensada para que todas as mulheres se sentissem bem e, principalmente, sensuais com seus corpos, independentemente deles serem gordos e magros.
Arquivo Pessoal/Divulgação/JC
Silvia Rosane Domingues apostou no quindim de café este ano. A confeiteira criou essa combinação pois acredita que o café quebra um pouco o doce do quindim. Ela lançou a marca Senhora dos Doces ainda quando trabalhava de carteira assinada, em 2013, para complementar sua renda. Em 2019, se viu desempregada e decidiu focar nos doces, e a ideia do quindim diferenciado surgiu em uma conversa com amigos sobre como era bom comer o doce tomando uma café.
JOYCE ROCHA/JC
Alexandre Moura da Rosa, 50 anos, possui uma estofaria localizada na Av. Bento Gonçalves, nº 3.725, em Porto Alegre, onde dá aulas de Jiu-Jitsu para crianças e adultos. O empreendedor desmonta a estofaria para o pessoal entrar e treinar com ele. Ele não cobra nada das crianças, e os adultos pagam R$ 70,00 de mensalidade.
JOYCE ROCHA/JC
Wilson Pereira, o professor Fu-Massa, teve a ideia de criar academias dentro dos condomínios enquanto dava aulas como personal. Ele é pós-graduado em Medicina do Esporte e Administração de Empresas e diz que a Health Club é uma assessoria em montagem de academias sob medida.
LUIZA PRADO/JC
A cervejaria foi fundada e, hoje, é administrada por pessoas negras. Incentivando o Black Money (fazer o dinheiro circular na mão de pessoas negras), a Implicantes se propõe a fazer um resgate de figuras históricas, trazendo o tema da ancestralidade no rótulo das cervejas.
NÍCOLAS CHIDEM/JC
Inaugurada esse ano na Cidade Baixa, em Porto Alegre, a Casa de Joana é um espaço compartilhado que foi criado por afroempreendedores e conta com negócios de diferentes ramos comandados por pessoas negras. O modelo permite que o cliente de uma loja acabe virando cliente de outra.
ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
Kelen Nascimento começou seu negócio com R$ 200,00, em 2013 e, hoje, a Sopa das Gurias tem entregas agendadas de 27 sabores de sopas e caldos feitos apenas com legumes. Kelen dá dicas no seu canal no YouTube sobre como empreender com pouco dinheiro.
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Pâmela Maidana - repórter do GeraçãoE

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