Vitorya Paulo

Marca focada em itens para decorar chimarrão cresceu na pandemia

Concurso nas redes ajuda a manter relacionamento com clientela

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Marca focada em itens para decorar chimarrão cresceu na pandemia

Neste mês de setembro, para celebrar a época que simboliza o tradicionalismo gaúcho e a marca de 10 mil seguidores da loja Chimas Girl no Instagram, a pedagoga e empreendedora Estéfani Colvero Bairros, 27 anos, de São Leopoldo (RS), está promovendo um concurso nas redes sociais. Ao lado de negócios parceiros, a iniciativa visa premiar duas fotos e vídeos mais curtidos com a temática gaúcha. Além disso, todos os participantes ganharão algum brinde pelo seu engajamento na ideia.

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Neste mês de setembro, para celebrar a época que simboliza o tradicionalismo gaúcho e a marca de 10 mil seguidores da loja Chimas Girl no Instagram, a pedagoga e empreendedora Estéfani Colvero Bairros, 27 anos, de São Leopoldo (RS), está promovendo um concurso nas redes sociais. Ao lado de negócios parceiros, a iniciativa visa premiar duas fotos e vídeos mais curtidos com a temática gaúcha. Além disso, todos os participantes ganharão algum brinde pelo seu engajamento na ideia.
Segundo Estéfani, que criou a Chimas Girl em 2018 para vender itens que personalizam e decoram o chimarrão, além de outros artigos relacionados ao tema, o concurso é uma forma de fazer as pessoas realmente engajarem com a marca. "É diferente de um sorteio, em que as pessoas só precisam marcar os amigos. Não quero só vender, quero que as pessoas saibam sobre a nossa cultura", afirma ela, que sempre vendeu em feiras e pelo Instagram @chimasgirl.
A empreendedora conta que iniciou a relação com o chimarrão na escola em que trabalha. Assistindo as colegas professoras compartilharem as cuias todos os dias, foi se relacionando com a bebida. "Vi que tinha letras de açúcar para vender, um tipo de confeito. Resolvi criar um kit de decoração com outros itens e foi um sucesso. Fiz para as amigas e outras pessoas começaram a pedir." Já compartilhando as dicas pelas redes sociais, a pedagoga percebeu que o chimarrão decorado poderia ser um negócio."Hoje, muitas pessoas falam que eu sou referência nesse meio", expõe.
No seu e-commerce, Estéfani vende tudo, ou quase tudo, que se precisa para fazer um mate. Cuias, ervas-mate, térmicas, além de um case de sucesso: a bomba de vidro. "Ela é divertida, não esquenta na boca. Só precisa tomar cuidado porque pode quebrar", explica. Enfeites de biscuit e de acrílico, placas para imprimir e recortar, palavras e letras são outros artigos que são muito procurados. "E isso não é frescura. Tem quem me fale que o chimarrão decorado apareceu na vida dela e foi como uma terapia. É um momento que tu foca só nisso e faz um bem danado", afirma.
Com vendas feitas para os estados do Pará, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, entre outros, ela afirma que a pandemia de Covid-19 não prejudicou suas vendas. Pelo contrário, auxiliou. "Esse período me trouxe mais retorno porque foi quando consegui me dedicar mais aos produtos, às ideias. As pessoas estão mais em casa, tomam mais chimarrão, e acabo fazendo mais vendas", diz. A ideia da empreendedora é conseguir focar no próprio negócio e espalhar cada vez mais cores pelas cuias a fora.
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Vitorya Paulo - repórter do GeraçãoE

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