Vitorya Paulo

Aplicativo foi lançado em março e é gratuito

Gaúcho cria rede social que conecta pessoas e empresas por meio de chats em eventos

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Aplicativo foi lançado em março e é gratuito

Facilitar a comunicação entre empresas e pessoas através de chats é o objetivo do Local Chat, rede social criada pelo estudante de Porto Alegre Gabriel Horlle, 22 anos. Lançado em março, o aplicativo é gratuito. Mesmo recente, a empresa já realizou parcerias com a Drive-In Air Festival nos shows dos artistas Projota e Melim, proporcionando ao público um espaço virtual de conversa e interação.

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Facilitar a comunicação entre empresas e pessoas através de chats é o objetivo do Local Chat, rede social criada pelo estudante de Porto Alegre Gabriel Horlle, 22 anos. Lançado em março, o aplicativo é gratuito. Mesmo recente, a empresa já realizou parcerias com a Drive-In Air Festival nos shows dos artistas Projota e Melim, proporcionando ao público um espaço virtual de conversa e interação.
Atualmente, o negócio conta com os sócios Gustavo William Levandowski da Silva, 22, Lucas dos Santos Silva, 25, Ricardo Hofstetter Dias, 32, e Roberto Hofstetter Dias, 32. A ideia surgiu em 2018, durante um intercâmbio que Gabriel realizou em Los Angeles, nos Estados Unidos, pela California State University. "Gosto muito de interagir com as pessoas e pensei que poderia ter gente lá perdida, querendo fazer amizade. Então, me perguntei: como faço para me comunicar com as pessoas aqui, agora, na universidade?", lembra.
A partir desse questionamento, Gabriel, que cursa Administração de Empresas na Ufrgs, seguiu em frente e criou o Local Chat em 2020. A ideia é proporcionar grupos de conversa entre pessoas que estejam no mesmo lugar ou eventos, com o objetivo de facilitar o networking. A plataforma também conta com espaço para empresas, que podem criar grupos de divulgação para potenciais clientes, facilitando o acesso a promoções e novidades. "Assim que termina o cadastro, o aplicativo já te mostra os grupos de localidade, sejam os bairros ou as cidades, e os empreendimentos próximos", explica.
Com cerca de 2,6 mil downloads, Gabriel conta que 12% desse número está na Angola. "Mas já tivemos público no Canadá, Índia e Austrália", expõe. Ainda não monetizada, os sócios têm intenção de, no futuro, cobrar por planos na plataforma com algumas funcionalidades apenas para pagantes. Outro passo do negócio é uma possível parceria com a empresa Sympla, que vende ingressos, para automatizar os eventos no aplicativo. "Queremos ser a plataforma de conexão em eventos padrão para todos", afirma.
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Vitorya Paulo - repórter do GeraçãoE

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