Isadora Jacoby

Pedro Wacker já oferecia aulas online antes da pandemia

Educador físico empresta materiais para que alunos mantenham a rotina

Isadora Jacoby

Pedro Wacker já oferecia aulas online antes da pandemia

O educador físico Pedro Wacker (@pedrowacker_), 28 anos, precisou agir rápido para se adaptar ao momento de isolamento social. À frente de um estúdio de consciência corporal, ele conta que, logo no início da quarentena no Brasil, já começou a mudar a estrutura de seu negócio. "Entendi rapidamente que íamos parar, que tínhamos que fazer essa pausa. Cheguei em casa e produzi muitos vídeos, criei rotinas para meus alunos", conta. Para possibilitar que eles conseguissem manter o mesmo desempenho a distância, Pedro emprestou os equipamentos do estúdio, que fica na rua Almirante Tamandaré, nº 872, em Porto Alegre. "Me dei conta que os equipamentos iam ficar parados. Os emprestei para que eles possam treinar e se sintam mais pertencentes ao espaço, próximos do meu trabalho, do estúdio", explica.

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O educador físico Pedro Wacker (@pedrowacker_), 28 anos, precisou agir rápido para se adaptar ao momento de isolamento social. À frente de um estúdio de consciência corporal, ele conta que, logo no início da quarentena no Brasil, já começou a mudar a estrutura de seu negócio. "Entendi rapidamente que íamos parar, que tínhamos que fazer essa pausa. Cheguei em casa e produzi muitos vídeos, criei rotinas para meus alunos", conta. Para possibilitar que eles conseguissem manter o mesmo desempenho a distância, Pedro emprestou os equipamentos do estúdio, que fica na rua Almirante Tamandaré, nº 872, em Porto Alegre. "Me dei conta que os equipamentos iam ficar parados. Os emprestei para que eles possam treinar e se sintam mais pertencentes ao espaço, próximos do meu trabalho, do estúdio", explica.
Oferecer o serviço on-line já fazia parte da rotina do educador físico, que apenas aprimorou seu método para que os mais de 40 alunos recebessem as orientações. Os vídeos com os exercícios são publicados no YouTube na opção não listado para que somente os alunos tenham acesso. O professor também envia um aquivo em PDF com orientações para os alunos realizarem as atividades, que devem ser gravadas e enviadas para que Pedro avalie se a performance está correta. Além dessas práticas, são feitas duas aulas semanais pela plataforma Hangouts, pela qual ele reúne os grupos e se aproxima mais da antiga rotina das aulas presenciais. "Nenhum dos meus alunos parou, estou bem, se comparado a outros lugares que estão perdendo público. Acredito que isso acontece porque tenho um olhar atento a eles, a exigência é mandar os vídeos quando fizer os exercícios", relata.
O empreendedor acredita que essa experiência totalmente virtual pode ser um teste para que, no futuro, as pessoas aceitem mais o formato. "A demanda emocional do presencial é muito grande, até por isso que digo que os meus alunos são dependentes do estúdio. É o grande momento para trabalhar isso. Essa experiência é um teste", pontua.
Contente com a permanência das pessoas, Pedro pondera que é fundamental manter a rotina durante a quarentena. "Se tu estás fazendo tudo de dentro de casa, por que o exercício tem que parar?", questiona.
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Isadora Jacoby - repórter do GeraçãoE

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