Vitorya Paulo

Doce de leite com nata e bergamota também estão entre as apostas da empresa de Cachoeira do Sul

Gaúcho lança paleta mexicana sabor ambrosia

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Doce de leite com nata e bergamota também estão entre as apostas da empresa de Cachoeira do Sul

Ambrosia, doce de leite com nata, bergamota e a chamada “nega maluca”: sabores tradicionais do Rio Grande do Sul agora em formato de paletas mexicanas. A ideia é de Rodrigo Keller, 43 anos, que desde 2015 trabalha com tradicionalismo em sua editora. A Edibook tem uma coleção chamada Reino Grande do Sul, onde repagina histórias clássicas do universo infantil usando personagens da cultura gaúcha. Os picolés da Pingo Paletas Gaúchas estão à venda apenas na cidade de Cachoeira do Sul, na livraria Viveiro Cultural, mas devem chegar a Porto Alegre ainda nesta semana.

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Ambrosia, doce de leite com nata, bergamota e a chamada “nega maluca”: sabores tradicionais do Rio Grande do Sul agora em formato de paletas mexicanas. A ideia é de Rodrigo Keller, 43 anos, que desde 2015 trabalha com tradicionalismo em sua editora. A Edibook tem uma coleção chamada Reino Grande do Sul, onde repagina histórias clássicas do universo infantil usando personagens da cultura gaúcha. Os picolés da Pingo Paletas Gaúchas estão à venda apenas na cidade de Cachoeira do Sul, na livraria Viveiro Cultural, mas devem chegar a Porto Alegre ainda nesta semana.
O lançamento das sobremesas ocorreu na última sexta-feira (7) e, segundo o empreendedor, há demanda para 100 cidades diferentes. “Nós acreditávamos que ia fazer sucesso, mas não tão rápido”, evidencia. A idealização dos sabores e produção começou em novembro, com parceria da Doce Deleite Sorveteria, também de Cachoeira do Sul. “Estamos produzindo ainda as paletas de sagu e butiá, que não deu tempo de lançar”, revela. O sabor de bergamota, destaca Rodrigo, é uma opção para quem tem intolerância à lactose, pois contém apenas o suco da fruta e água.
O sucesso da empreitada, para ele, deve-se à demanda do público tradicionalista. “Tenho livraria há 12 anos, mas sempre que fazia vitrine, não via livros infantis falando do nosso Estado. Em 2015, descobrimos um nicho, um público muito firme”, pontua. Além dos contos, há também uma coleção de capas de caderno com as pelagens do Cavalo Crioulo, outra paixão gaúcha. “O problema do picolé é que não tem como mandar por correio”, brinca Rodrigo.
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Vitorya Paulo - repórter do GeraçãoE

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