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Roberto Ribas, Chief Strategy Officer (CSO) da BriviaDez
Foto: /DIVULGAÇÃO/JC

Roberto Ribas

Chief Strategy Officer (CSO) da BriviaDez

Cultura nômade na prática

Todos nós fomos moldados a cumprir horários e estar presentes fisicamente no trabalho. O exercício das atividades profissionais sempre esteve ligado a um endereço fixo. Uma sede para a qual deveríamos nos deslocar todos os dias. Estar de corpo e alma - sobretudo corpo - no escritório é um dos inúmeros paradigmas colocados à prova neste contexto de transformação digital. Esses espaços não podem ser limitadores físicos, mas ambientes que promovam a colaboração, a troca e ampliação de repertórios e ideias. A realidade vem mudando em velocidade inédita. Culturas e posturas se transformam a cada dia.
O trabalho remoto vem ganhando espaço: pesquisa do Coworking Spaces aponta que 55% dos profissionais consultados no País já utilizam o modelo, pelo menos, uma vez por semana. Oito em cada 10 brasileiros gostariam de ter essa flexibilidade, segundo estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Essa incorporação, porém, ainda acontece sob suspeitas de gestores e funcionários. Muitas vezes os colaboradores são os mais resistentes. Por isso, é preciso desconstruir pensamentos arraigados e promover uma nova cultura, estimulando o comportamento colaborativo e desenvolvendo um ambiente que aproxime as equipes. Sair da zona de conforto, estar aberto ao novo e conectado ao mundo é uma postura contemporânea.
A cultura do home office não tem a ver apenas com tecnologia e processo. É um pilar cultural. Empregando tecnologia e ajustando metodologias e ferramentas de trabalho, reduzimos barreiras que antes pareciam intransponíveis e permitimos que as pessoas se sintam próximas, apesar da distância geográfica que as separam. Com o suporte adequado, cada colaborador se torna um agente ativo dessa revolução e desenvolve um senso de pertencimento ainda mais forte.
Não há mais restrições físicas para que se trabalhe de diferentes lugares. Liberdade na prática, com horários flexíveis e alternativa de trabalho remoto - com organização, planejamento e plataformas adequadas. No fim, o que realmente importa para o cliente é a entrega final.
Profissionais trabalhando remotamente em diversas cidades do País, e até fora, a um clique de distância. Não há limites para trabalhar com os melhores. É o que chamamos de Cultura Nômade - o que forma a nossa própria identidade e nos torna globais.
Fazer de um ambiente colaborativo a nossa casa inspira a circulação de ideias, a inovação e o conteúdo inteligente. É um modelo de negócio sustentado a partir da conexão de pessoas, com um networking que não para. Onde há gente, há criatividade. Por isso, na BriviaDez, desenvolvemos políticas para estimular o comportamento nômade dentro de um postura de desbravamento. Nossos integrantes são jovens, de alma e de curiosidade. Pensando sempre à frente, fervilham mudança e atuam com um mindset genuinamente digital.
É uma convicção: as marcas são ativos transformadores que geram valor. E, numa era marcada pela efemeridade, precisam ainda mais orientar os caminhos. Desbravar o que virá, antecipando movimentos e seguindo em direção de perspectivas ainda melhores. E a cultura nômade na prática é um rumo sólido para chegar lá. O futuro é agora.
 
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