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Esportes

- Publicada em 16 de Março de 2022 às 14:48

Direção de Roland Garros diz que Djokovic poderá disputar torneio neste ano

Se a situação não mudar, Djokovic poderá defender o título conquistado na temporada passada no saibro de Paris

Se a situação não mudar, Djokovic poderá defender o título conquistado na temporada passada no saibro de Paris


Karim SAHIB/AFP/JC
Agência Estado
Nova diretora de Roland Garros, a ex-tenista Amelie Mauresmo abriu as portas do Grand Slam francês para Novak Djokovic nesta quarta-feira (16). Ela afirmou que a atual situação da pandemia de covid-19 na França não apresenta nenhum impedimento à participação do tenista sérvio no torneio parisiense, marcado para começar em 22 de maio.
Nova diretora de Roland Garros, a ex-tenista Amelie Mauresmo abriu as portas do Grand Slam francês para Novak Djokovic nesta quarta-feira (16). Ela afirmou que a atual situação da pandemia de covid-19 na França não apresenta nenhum impedimento à participação do tenista sérvio no torneio parisiense, marcado para começar em 22 de maio.
A declaração é uma consequência direta da decisão tomada pelo governo francês na segunda-feira (14). As autoridades do país acabaram com quase todas as restrições de circulação no país relacionadas à covid-19, com exceção de hospitais e transportes públicos, por exemplo. Atletas e fãs poderão entrar em ambientes esportivos, como o complexo de Roland Garros sem precisar apresentar comprovante de vacinação.
"Como as coisas estão no momento, nada impede Djokovic de participar do torneio", declarou Mauresmo, em entrevista coletiva. O tenista, que vai recuperar o posto de número 1 do mundo nas próximas semanas, não tomou nenhuma dose contra a covid-19 e vem enfrentando diversos problemas em sua carreira nos últimos meses por se colocar contra a obrigatoriedade da vacina.
Em janeiro, foi alvo de intensa polêmica por tentar entrar na Austrália, para disputar o primeiro Grand Slam da temporada, mesmo sem tomar a vacina. O governo australiano exige o comprovante para a entrada no país. Uma série de erros, tanto do estafe do tenista quanto da organização do Aberto da Austrália, levou o caso para a Justiça local, que acabou decidindo pela deportação do sérvio.
Na sequência, Djokovic já vislumbrou a chance de ficar fora também de Roland Garros, o segundo Grand Slam da temporada. Até o mês passado, o governo francês vinha exigindo comprovante de vacinação contra covid-19 para entrar no país. Mas as regras se tornaram mais flexíveis nas últimas semanas, devido ao arrefecimento da pandemia na França. E, nesta semana, o governo eliminou a maior parte das restrições.
A organização de Roland Garros, contudo, avisou Djokovic que as regras podem mudar novamente, caso a pandemia volte a apresentar picos de caso em solo francês. "Ainda temos um vírus circulando e precisamos ser cuidadosos. Se a situação piorar novamente e o governo adotar novas restrições, ele (Djokovic) não ficará imune a estas medidas", avisou o presidente da Federação Francesa de Tênis, Gilles Moretton.
Se a situação não mudar, o sérvio poderá defender o título conquistado na temporada passada no saibro de Paris. Djokovic já vem se preparando para a temporada de saibro na Europa, uma vez que não pode competir nos Masters 1000 de Indian Wells e Miami, ambos nos Estados Unidos, justamente por não ter comprovante de vacinação.
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