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Futebol brasileiro

- Publicada em 20h45min, 31/05/2020. Alterada em 20h45min, 31/05/2020.

Clubes e CBF cogitam linha de crédito junto ao BNDES

Banco estatal poderá ajudar a manter saúde financeira dos clubes

Banco estatal poderá ajudar a manter saúde financeira dos clubes


AgÊncia Brasil/Divulgação/JC
Equipes que integram a chamada Comissão Nacional de Clubes (CNC) passaram a discutir, junto à CBF, a possibilidade de pedir ao governo federal a criação de uma linha de crédito no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) exclusiva ao futebol. A ideia, segundo a Folhapress, se baseia no impacto gerado pelo futebol no Produto Interno Bruto (PIB), a partir da geração e da manutenção de empregos diretos e indiretos.
Equipes que integram a chamada Comissão Nacional de Clubes (CNC) passaram a discutir, junto à CBF, a possibilidade de pedir ao governo federal a criação de uma linha de crédito no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) exclusiva ao futebol. A ideia, segundo a Folhapress, se baseia no impacto gerado pelo futebol no Produto Interno Bruto (PIB), a partir da geração e da manutenção de empregos diretos e indiretos.
A alternativa foi sugerida pela própria CBF, no início da paralisação do futebol nacional por causa da pandemia do novo coronavírus. A intenção é que os valores, obtidos via empréstimo, sejam repassados por bancos públicos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Há resistência de instituições financeiras privadas em fornecer empréstimos desta modalidade a entidades futebolísticas.
Embora os clubes ainda não tenham fechado questão sobre o tema, a proposta estaria bem consolidada nos bastidores. Outra alternativa é fazer uma associação de clubes, para representar os desejos dos times frente ao governo federal e até à própria CBF. Ainda não há data definida para uma eventual oficialização do pedido em Brasília. 
Um dos defensores da ideia é Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, que já se manifestou sobre o tema. Segundo o dirigente, o futebol brasileiro corre risco real de quebrar, e a simples volta dos jogos não é suficiente para garantir o retorno das receitas - ao mesmo tempo em que reativa gastos importantes para os clubes, como viagens, hotéis e alimentação. Além disso, a movimentação econômica em torno do futebol - envolvendo profissionais da área técnica, imprensa, categorias de base, clubes de lazer e os próprios torcedores - justificaria, na visão de Sette Câmara, a criação de uma linha de crédito para os clubes. 
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