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Regras do Futebol

Notícia da edição impressa de 15/05/2020. Alterada em 14/05 às 20h43min

Técnicos aprovam quinta substituição em partidas

Mudança no número de alterações ainda precisa ser estudada pela CBF

Mudança no número de alterações ainda precisa ser estudada pela CBF


/LUCAS FIGUEIREDO/CBF/DIVULGAÇÃO/JC
A ideia da Fifa e da International Board (Ifab) de permitir a realização de até cinco substituições em um jogo de futebol caiu no gosto dos treinadores brasileiros. Eles aprovaram a nova regra, assim como preveem a necessidade de trabalharem mais por causa dela. Caso a inovação seja aplicada no Brasil, os comandantes afirmam que será necessário treinar mais variações táticas com os elencos antes de cada uma das partidas.
A ideia da Fifa e da International Board (Ifab) de permitir a realização de até cinco substituições em um jogo de futebol caiu no gosto dos treinadores brasileiros. Eles aprovaram a nova regra, assim como preveem a necessidade de trabalharem mais por causa dela. Caso a inovação seja aplicada no Brasil, os comandantes afirmam que será necessário treinar mais variações táticas com os elencos antes de cada uma das partidas.
O objetivo da Fifa e da Ifab é minimizar o desgaste dos jogadores. A proposta é temporária, válida só até dezembro deste ano. As entidades consideram que, pela paralisação causada pela pandemia do coronavírus, os campeonatos serão retomados com uma sequência mais intensa de partidas e com os atletas fora da forma física ideal.
Por isso, surgiu a ideia de dar aos treinadores a oportunidade de mexer mais vezes no time. No entanto, quem quiser fazer as substituições precisará parar o jogo, no máximo, três vezes, até para não prejudicar o andamento da partida. A autorização para se fazer cinco substituições ainda será estudada pela CBF.
"Acho uma boa ideia, mas não é o ideal. O ideal seria realmente que se pensassem no retorno do futebol em um tempo adequado de preparação para não se ter risco de lesão", disse o técnico do Red Bull Bragantino, Felipe Conceição.
Para o técnico do Goiás, Ney Franco, o papel de quem comanda as equipes vai mudar bastante. Nos treinos, será preciso testar uma variedade maior de opções, já que pode se mexer na metade dos jogadores de linha. "A mudança aumenta a possibilidade de preservação da parte física dos atletas, se houver uma sequência de jogos sem um tempo ideal de recuperação física e emocional, além de dar ao treinador a possibilidade de trabalhar mais variações táticas", explicou.
Já Péricles Chamusca, treinador do Al-Faisaly, da Arábia Saudita, avalia a novidade como positiva, mas alerta que é preciso ter cuidado para não bagunçar o time. "Como são cinco mudanças, vai chegar um momento do jogo em que metade do time foi mudado. Todos precisam ter uma leitura e conhecer pelos treinos o modelo de jogo e as funções dentro de campo", afirmou.
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