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Olimpíadas

Notícia da edição impressa de 30/04/2020. Alterada em 29/04 às 20h43min

"Seria impossível manter Jogos sem conter a pandemia", diz premiê japonês

Shinzo Abe afirma que o Jogos serão realizados com total segurança para atletas e espectadores

Shinzo Abe afirma que o Jogos serão realizados com total segurança para atletas e espectadores


/JIJI PRESS/AFP/JC
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse, nesta quarta-feira, que os Jogos de Tóquio, previstos inicialmente para 2020 e adiados no fim de março para julho de 2021, só poderão ser realizados se a pandemia do novo coronavírus for contida.
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse, nesta quarta-feira, que os Jogos de Tóquio, previstos inicialmente para 2020 e adiados no fim de março para julho de 2021, só poderão ser realizados se a pandemia do novo coronavírus for contida.
Em duas semanas, uma olimpíada atrai cerca de 11 mil atletas para a cidade-sede, além de membros das comissões técnicas, a parte operacional das delegações e turistas, entre outras pessoas. "Dizemos que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos devem ser realizados de forma completa, para que atletas e espectadores possam participar com segurança. Seria impossível manter os Jogos em uma forma tão completa, a menos que a pandemia de coronavírus esteja contida", argumentou Abe.
Um eventual cancelamento da Olimpíada de Tóquio seria um duro golpe para o líder japonês, que conta com a realização do evento para impulsionar a economia e alavancar sua popularidade à frente do país.
Os Jogos obtiveram um valor recorde de patrocínios domésticos, US$ 3 bilhões (R$ 16,4 bilhões), e já consumiram ao menos US$ 13 bilhões (R$ 71 bilhões) entre dinheiro público e privado, segundo as contas do comitê - uma auditoria do próprio governo, porém, apontava uma estimativa de cerca de US$ 26 bilhões no fim do ano passado.
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