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Vôlei

- Publicada em 21h04min, 19/04/2020. Alterada em 21h04min, 19/04/2020.

Reunião deve decretar encerramento da Superliga Masculina

Campeonato deve terminar sem que haja um campeão

Campeonato deve terminar sem que haja um campeão


ENIO BIANCHETTI/DIVULGAÇÃO/JC
É grande a possibilidade de que a reunião desta segunda-feira entre os clubes e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decrete o final da Superliga Masculina, sem que seja declarado um campeão. No final da semana passada, a entidade enviou aos dirigentes dos clubes um documento no qual reforça a posição, externada há cerca de um mês, de que "não há mais condições de continuar a atual temporada", já traçando planos para uma próxima temporada da competição.
É grande a possibilidade de que a reunião desta segunda-feira entre os clubes e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decrete o final da Superliga Masculina, sem que seja declarado um campeão. No final da semana passada, a entidade enviou aos dirigentes dos clubes um documento no qual reforça a posição, externada há cerca de um mês, de que "não há mais condições de continuar a atual temporada", já traçando planos para uma próxima temporada da competição.
Em março, a CBV reuniu-se com equipes participantes das Superligas A e B, masculina e feminina. Na ocasião, apenas a primeira divisão masculina decidiu não aceitar a recomendação da confederação, optando por esperar mais 30 dias; as demais deram suas competições por encerradas.
Os jogos foram interrompidos na última rodada da fase classificatória, quando Taubaté e Sada/Cruzeiro ainda disputavam a primeira colocação. A proposta, que será avaliada nesta segunda-feira, vai na direção de respeitar a classificação do torneio naquele momento, sem declarar campeão - ou seja, os dois últimos colocados, América Vôlei e Ponta Grossa, seriam rebaixados. Uma Supercopa, abrindo a próxima temporada, com os oito primeiros colocados, substituiria os playoffs em termos de entrega a patrocinadores.
Em paralelo, a CBV solicitou que o Sul-Americano de Clubes de 2021 seja no Brasil, para permitir que três equipes do País disputem a competição: o atual campeão sul-americano (Sada/Cruzeiro), o primeiro colocado da Superliga (Taubaté) e o campeão da Copa Brasil 2021, o que abriria a possibilidade de uma vaga extra. O Sesc-RJ, quarto lugar na atual Superliga, já anunciou que não volta na próxima temporada.
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