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Porto Alegre, terça-feira, 07 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Esportes

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Olimpíadas

Edição impressa de 07/01/2020. Alterada em 07/01 às 03h00min

Brasil almeja garantir 300 atletas nos Jogos de Tóquio

Aos 23 anos, Ana Sátila, irá para a terceira disputa olímpica

Aos 23 anos, Ana Sátila, irá para a terceira disputa olímpica


Rob van Bommel/Sportscene/CBC/Divulgação/JC
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) pretende classificar para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que serão disputados de 24 de julho a 9 de agosto, a maior delegação de sua história para um evento fora do País. O grupo mais numeroso foi enviado para a edição de Pequim, em 2008, com 277 atletas. Isso sem considerar a competição em casa, no Rio de Janeiro, quando o Brasil teve 465 competidores.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) pretende classificar para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que serão disputados de 24 de julho a 9 de agosto, a maior delegação de sua história para um evento fora do País. O grupo mais numeroso foi enviado para a edição de Pequim, em 2008, com 277 atletas. Isso sem considerar a competição em casa, no Rio de Janeiro, quando o Brasil teve 465 competidores.
"Temos potencial para superar a marca de 300 atletas. O que vai balizar isso é o futebol masculino, que vai buscar sua classificação agora, e as disputas do Pré-Olímpico de basquete, no masculino e no feminino", explica Jorge Bichara, diretor de Esportes do COB. No futebol seriam 18 vagas e no basquete, mais 12 em cada equipe.
O time masculino de futebol vai disputar a seletiva na Colômbia, a partir de 18 de janeiro. Duas vagas para Tóquio estão em jogo. Depois será a vez das mulheres do basquete, que encaram um quadrangular de 6 a 9 de fevereiro em Bourges, na França. São três vagas em disputa entre a anfitriã, a Austrália, Porto Rico e o Brasil. Assim, as chances são grandes de carimbar o passaporte. Já no masculino, a situação é mais delicada e a seleção disputa em Split, na Croácia, entre 23 e 28 de junho, a única vaga contra potências como a própria Croácia, Alemanha e Rússia, entre outros.
As classificações dos esportes coletivos ajudam a dar um salto na quantidade de atletas da delegação. O Brasil fechou 2019 com 152 vagas para os Jogos de Tóquio, na 14ª posição entre todos os países. Os donos da casa, os Estados Unidos, a Austrália, a Grã-Bretanha e a China são as nações com maior número de classificados para as Olimpíadas.
Para o atleta, já ter a presença garantida ajuda do ponto de vista psicológico, mas, na parte do treinamento, quase não interfere. "Para mim não mudou nada. Estou trabalhando muito e como planejado. Meu foco está nos Jogos e a máxima preparação é fundamental para a conquista do meu resultado", diz Ana Sátila, da canoagem slalom. Aos 23 anos, ela vai para sua terceira edição de Jogos.
Ana pode fazer parte da história do esporte brasileiro, ao ser uma das mulheres que representarão o País. O Brasil nunca teve uma delegação feminina maior que a masculina na história dos Jogos Olímpicos. E isso pode ocorrer em Tóquio, caso os esportes coletivos dos homens não consigam suas vagas. No momento, o grupo tem 80 mulheres e 65 homens.
Em Atenas, em 2004, 122 mulheres e 125 homens representaram o Brasil. Foi a maior participação feminina em porcentagem (49,39%). O maior contingente absoluto foi nos Jogos do Rio, em 2016, com 209 mulheres (para 256 homens). Fora de casa, o número mais expressivo foi em Pequim 2008, com 133 mulheres para 144 homens.
 
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