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Porto Alegre, terça-feira, 31 de dezembro de 2019.
Dia de São Silvestre.

Jornal do Comércio

Esportes

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Atletismo

Edição impressa de 31/12/2019. Alterada em 31/12 às 03h00min

Brasil tenta pôr fim a jejum na São Silvestre

Ouro no Pan, Ederson Pereira diz estar no auge para encarar a prova

Ouro no Pan, Ederson Pereira diz estar no auge para encarar a prova


/Mariana Cavalcanti/AssessoriaFCL/Divulgação/JC
O Brasil vive um jejum de nove anos na São Silvestre. A última ocorreu em 2010, quando Marilson Gomes dos Santos venceu a prova masculina. Entre as mulheres, o tempo sem conquista é ainda maior: desde 2006, com o título de Lucélia Peres. De lá para cá, nas duas modalidades, os corredores da Etiópia e do Quênia vêm dominando a tradicional competição em São Paulo.
O Brasil vive um jejum de nove anos na São Silvestre. A última ocorreu em 2010, quando Marilson Gomes dos Santos venceu a prova masculina. Entre as mulheres, o tempo sem conquista é ainda maior: desde 2006, com o título de Lucélia Peres. De lá para cá, nas duas modalidades, os corredores da Etiópia e do Quênia vêm dominando a tradicional competição em São Paulo.
O ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima nos 10 mil metros e o título da Volta Internacional da Pampulha conquistados neste ano servem como inspiração para o brasileiro Ederson Pereira despontar como um dos favoritos da 95ª edição da São Silvestre, nesta terça-feira. A prova terá a largada da elite masculina às 8h05min. Já o pelotão feminino, parte um pouco mais cedo, às 7h40min.
O atleta afirmou, nesta segunda-feira, que vive o auge da carreira e sonha em fechar o ano de forma ainda mais especial, após acumular resultados positivos em 2019. "O Pan-Americano é algo que poucos conseguiram. Chego com a minha melhor bagagem para a São Silvestre", disse. Ederson foi o 12º colocado em 2018 e, em 2019, vive uma temporada excepcional. 
Os principais destaques entre os homens são o queniano Paul Kipchumba Lonyangata, vencedor da Maratona de Paris, o ugandense Jacob Kiplimo, campeão dos 10 km de Manchester, e o queniano Titus Ekiru, vencedor da Maratona de Milão e da Meia de Lisboa, ambas em 2019.
Entre as mulheres, os destaques são as quenianas Brigid Kosgei, atual recordista mundial da maratona feminina, Pauline Kamulu, atual vice-campeã da São Silvestre, e Sheila Chelangat, campeã de diversas provas na Nigéria, na China, no Gabão e na França.
Nesta edição da principal corrida de rua da América Latina serão cerca de 150 atletas da elite, das categorias Platinum, Gold, Silver e Bronze, além de outros atletas de destaque do circuito. A partir desta edição, a prova passa a ser da categoria Road Race Bronze Label da World Athletics (IAAF), entrando para o rol das principais corridas do mundo.
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