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Porto Alegre, sexta-feira, 27 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

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Automobilismo

Edição impressa de 27/12/2019. Alterada em 27/12 às 03h00min

Estudo aponta que autódromo do Rio causará 31 impactos ambientais

O projeto de construção do autódromo no Rio de Janeiro vai causar 31 impactos ambientais na Floresta do Camboatá, no bairro de Deodoro, escolhido para sediar o circuito que poderá receber a Fórmula 1 a partir de 2021. A floresta conta com Áreas de Preservação Permanente e espécies da fauna e flora em risco de extinção, de acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima).
O projeto de construção do autódromo no Rio de Janeiro vai causar 31 impactos ambientais na Floresta do Camboatá, no bairro de Deodoro, escolhido para sediar o circuito que poderá receber a Fórmula 1 a partir de 2021. A floresta conta com Áreas de Preservação Permanente e espécies da fauna e flora em risco de extinção, de acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima).
Os documentos foram elaborados pela empresa Terra Nova, contratada pela própria empresa vencedora da licitação para erguer o autódromo, a Rio Motorsports. O EIA-Rima foi entregue ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão que avalia projetos com possíveis impactos ambientais no Rio, no dia 10 de novembro. Só após a eventual aprovação é que a empresa poderá iniciar a construção do autódromo. Mas não há esse prazo na negociação. O circuito teria de ficar pronto até o primeiro semestre de 2021.
Apesar dos impactos, os autores apontam conclusão positiva sobre a construção. "Conclui-se, com base nos estudos apresentados, que a realização do empreendimento é altamente positiva e se constitui numa oportunidade única de desenvolvimento local e regional, trazendo significativo progresso social, econômico e ambiental".
 
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