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Porto Alegre, domingo, 07 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Esportes

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copa américa

Edição impressa de 08/07/2019. Alterada em 07/07 às 19h12min

O continente é verde e amarelo

Everton fez o primeiro gol e garantiu pênalti decisivo para o Brasil

Everton fez o primeiro gol e garantiu pênalti decisivo para o Brasil


CARL DE SOUZA/AFP/JC
Quando a Copa América acontece no Brasil, a taça fica por aqui mesmo. Pela quinta vez na história, o País sediou a principal competição de seleções do continente – e, em todas elas, a conquista foi verde e amarela. Ontem, a seleção manteve a escrita e, em um jogo talvez mais difícil do que o previsto, venceu o surpreendente Peru por 3 a 1.
Quando a Copa América acontece no Brasil, a taça fica por aqui mesmo. Pela quinta vez na história, o País sediou a principal competição de seleções do continente – e, em todas elas, a conquista foi verde e amarela. Ontem, a seleção manteve a escrita e, em um jogo talvez mais difícil do que o previsto, venceu o surpreendente Peru por 3 a 1.
Ao todo, é a nona conquista brasileira na Copa América. A partida, disputada no Maracanã, é o novo recorde de arrecadação em jogos da seleção, com mais de R$ 38,7 milhões de renda bruta para 69.906 presentes. A dupla Gre-Nal, a seu modo, sai prestigiada da competição, já que Everton e Guerrero foram artilheiros da competição, com três gols cada.
Os primeiros minutos trouxeram um Peru corajoso, chegando a arriscar alguns chutes contra a meta de Alisson. Após alguns minutos, porém, a maior qualidade técnica começou a aparecer, e o gol brasileiro surgiu logo aos 15 minutos. Acionado por Daniel Alves pela direita, Gabriel Jesus entortou Trauco e cruzou para a outra ponta. Esperto, Everton surgiu livre e chutou de primeira para abrir o placar.
A vantagem deu tranquilidade ao Brasil, mas não resultou em um domínio efetivo da partida. Enquanto os donos da casa trocavam passes de forma improdutiva, o Peru tentava achar espaços, e teve sucesso quase no fim da primeira etapa. Em lance dentro da área, a bola bateu na mão de Thiago Silva: pênalti, confirmado pelo VAR. Guerrero cobrou e empatou.
O gol acordou o Brasil, e a resposta veio rápido. Aos 47 minutos, Firmino roubou a bola, Arthur fez boa jogada e acionou Gabriel Jesus. O atacante, artilheiro da Era Tite, limpou bem o lance e fuzilou: 2 a 1.
Na volta dos vestiários, o Peru tentou criar mais perigo. De início, a seleção canarinho manteve-se atenta, mas os comandados de Ricardo Gareca foram crescendo no jogo. Aos 25 minutos, Gabriel Jesus enroscou-se com Tapia e foi expulso, complicando ainda mais as coisas pro Brasil.
A partir daí, o Maracanã viu um jogo inesperado: o Brasil se protegendo, enquanto a zebra Peru pressionava buscando o empate. No finalzinho, porém, veio o desafogo – outra vez com participação decisiva de Everton. O Cebolinha entrou a dribles na área e, em uma dividida de ombro com Zambrano, o árbitro Roberto Tobar marcou a penalidade. Richarlison bateu aos 44 e garantiu a festa no Maracanã.
Na decisão do terceiro lugar, a Argentina teve mais ímpeto e venceu o Chile por 2 a 1. Expulso de forma duvidosa durante o jogo, ao lado do chileno Medel, o craque Messi recusou-se a receber a medalha e soltou o verbo, dizendo que a Conmebol fez uma “armação” para que o Brasil fosse campeão da Copa América. A entidade respondeu em nota, qualificando como “inaceitáveis” as falas do argentino.
Brasil 3 x 1 Peru
Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Phelippe Coutinho (Éder Militão); Gabriel Jesus, Everton (Allan) e Roberto Firmino (Richarlison). Técnico: Fernando Diniz.
Gallese; Advincula, Zambrano, Abram e Trauco; Tapia (Christofer Gonzáles), Yotun (Ruidíaz), Carrillo (Polo), Cueva e Flores; Guerrero. Técnico: Ricardo Gareca.
Árbitro: Roberto Tobar (Chile).
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