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Porto Alegre, sexta-feira, 05 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Esportes

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Copa América

Edição impressa de 05/07/2019. Alterada em 05/07 às 03h00min

Azarão peruano põe à prova favoritismo do Brasil na final da Copa América

Everton e Guerrero serão os representantes da dupla Grenal na final de domingo

Everton e Guerrero serão os representantes da dupla Grenal na final de domingo


JUAN MABROMATA/AFP/JC
Finalmente o Brasil voltará a disputar uma partida no Maracanã. Após ficar de fora da final do Mundial de 2014 com o vexatório 7 a 1 para a Alemanha, a última vez que a seleção pisou no palco histórico foi na final da Copa das Confederações, um ano antes, quando se sagrou campeã do torneio preparatório. Agora, neste domingo, às 17h, os comandados de Tite enfrentarão o Peru, no Rio de Janeiro, na grande final da Copa América.
Finalmente o Brasil voltará a disputar uma partida no Maracanã. Após ficar de fora da final do Mundial de 2014 com o vexatório 7 a 1 para a Alemanha, a última vez que a seleção pisou no palco histórico foi na final da Copa das Confederações, um ano antes, quando se sagrou campeã do torneio preparatório. Agora, neste domingo, às 17h, os comandados de Tite enfrentarão o Peru, no Rio de Janeiro, na grande final da Copa América.
A seleção nacional sempre foi apontada como a principal candidata ao título continental, ainda mais por jogar em casa, onde nunca deixou o caneco escapar - quatro dos oito títulos do Brasil foram conquistados em território nacional. Já o Peru surge como grande azarão. Até as semifinais, o time de Ricardo Gareca ainda não havia vencido - empatou duas partidas e foi goleado pelo Brasil por 5 a 0 na fase de grupos, e passou pelo Uruguai, nos pênaltis. Na quarta-feira, uma vitória por 3 a 0 sobre o Chile garantiu os peruanos no Maracanã.
A partida colocará dois jogadores da dupla Grenal frente a frente: Everton e Guerrero. O atacante do Grêmio ganhou espaço ao longo do torneio, virou titular e se tornou xodó em todo o País, sendo um dos jogadores mais requisitados pela torcida. Já o camisa 9 colorado é a referência técnica e a liderança peruana dentro e fora de campo.
As equipes não devem ter grandes mudanças para este duelo. Tite não poderá contar com Willian, fora da final após uma lesão muscular sentida na vitória sobre a Argentina. Outro que não deve ficar à disposição é Filipe Luís, também com problemas musculares. Dessa forma, o Brasil deve ir a campo com Alisson; Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho; Everton, Roberto Firmino e Gabriel Jesus.
Já o adversário não será o mesmo time "faceiro" que tomou cinco gols do Brasil na primeira fase. Esta partida serviu de lição para Gareca, que fechou o time e não sofreu mais gols no torneio. A saída de Farfán, por lesão, permitiu a entrada de um jogador mais rápido, dando mais mobilidade ao meio-campo peruano. A provável formação para tentar o terceiro título na história pode ter Gallese; Advíncula, Zambrano, Abram e Trauco; Tapia e Yotún, Edison Flores, Carrillo e Cueva; Guerrero.
No sábado, a disputa pelo terceiro lugar repetirá as duas últimas decisões do torneio. Na Arena Itaquera, às 16h, Argentina e Chile farão um jogo sem muito o que comemorar, mas bastante a provar, principalmente os hermanos, que buscam uma cara para sua seleção.

Árbitro chileno apitará decisão do torneio

A Conmebol anunciou nesta quinta-feira a equipe de arbitragem para a final da Copa América, entre Brasil e Peru. O árbitro será Roberto Tobar, auxiliado pelos assistentes Christian Schiemann e Claudio Rios, todos do Chile. Já o árbitro de vídeo (VAR) será o também chileno Julio Bascuñan. Tobar foi o árbitro de Brasil x Paraguai, nas quartas de final da Copa América. Na vitória brasileira nos pênaltis, o juiz chegou a marcar pênalti de Balbuena em Firmino, mas mudou de ideia ao checar a imagem no VAR. Ele deu falta fora da área e expulsou o zagueiro paraguaio. A equipe de arbitragem da disputa de terceiro lugar também está definida. Argentina e Chile terá o árbitro Mario Díaz de Vivar, com os assistentes Eduardo Cardozo e Dario Gaona, todos do Paraguai. O VAR será comandado pelo peruano Diego Haro.

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