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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Esportes

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Copa América

Edição impressa de 11/01/2019. Alterada em 11/01 às 01h00min

Organização promete competição no Brasil com 100% de recursos privados

De volta ao Brasil após 30 anos, a Copa América será realizada "100% com recursos privados". Ao menos esta é a promessa dos organizadores do evento, repetindo um mantra visto antes da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 - e que, no fim das contas, não se comprovou. A comercialização dos ingressos se iniciou nesta quinta-feira. As entradas são divididas em cinco categorias, com valores de R$ 30,00 a R$ 890,00.
Em 2009, quando o Brasil foi confirmado como sede do Mundial de 2014, o então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, declarou que "o modelo de organização da Fifa é um modelo de organização o mais privado possível", e que o Comitê Organizador Local (COL) não receberia "um centavo" de dinheiro público. Mas a construção ou reforma de estádios, quando não foram feitas exclusivamente com recursos da União, contou com linhas de financiamento facilitadas e isenção de impostos. O que se repetiu nas Olimpíadas do Rio.
A promessa, contudo, é de que agora a situação será diferente. "A Copa América de 2019 será financiada 100% com recursos privados, e nós não gozaremos de nenhum benefício tributário", garantiu Agberto Guimarães, diretor de Operações do COL da Copa América, e que também esteve na organização da Rio 2016.
Entre as promessas, também está dificultar o trabalho dos cambistas. O problema foi visto tanto na Copa do Mundo quanto nas Olimpíadas, em esquemas que envolviam até mesmo pessoas ligadas à venda oficial de bilhetes, em caso conhecido como "máfia dos ingressos".
O COL limitou a venda de tíquetes por pessoa, mas o número que cada um poderá comprar é bastante razoável: até cinco por jogo, para um máximo de sete partidas. Assim, cada torcedor poderá levar até 35 entradas.
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