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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Esportes

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copa 2018

Notícia da edição impressa de 05/07/2018. Alterada em 05/07 às 01h00min

Após fase de grupos agitada, VAR é pouco acionado no mata-mata

Estreante em Copas, o árbitro de vídeo (VAR, da sigla em inglês) foi destaque na fase de grupos do Mundial da Rússia. Um levantamento mostra que a tecnologia foi utilizada pelo menos 21 uma vezes nos 48 jogos da fase de grupos. Nas oitavas, no entanto, passou a ser coadjuvante.
Nas oito partidas de mata-mata disputadas, houve apenas um caso. Foi no jogo entre Suécia e Suíça, na terça-feira. Já no fim dos acréscimos do segundo tempo, o árbitro esloveno Damir Skomina viu pênalti do defensor suíço Lang no jogador sueco Olsson. O infrator foi expulso. Após consulta ao sistema, Skomina entendeu que o lance aconteceu fora da área. O pênalti foi transformado numa cobrança de falta, mas o cartão vermelho foi mantido.
Dos 21 casos anotados na fase de grupos, 14 foram com o monitor e outros sete somente em conversa com a cabine. O juiz em campo mudou sua decisão em 13 dessas situações - uma delas no jogo entre Brasil e Costa Rica, com pênalti marcado sobre Neymar, posteriormente anulado.
Relatório divulgado pela Fifa apontou que, ao fim das 48 partidas da fase de grupos, 335 lances e incidentes durante os jogos foram revisados na central do VAR, em Moscou - incluindo todos os gols marcados no Mundial. Para a entidade, foram 17 revisões, 14 delas com o monitor. Segundo a Fifa, o índice de acertos na decisão com uso do árbitro de vídeo é de 99,3%. Sem a novidade, o índice é de 95%. A avaliação é feita pela Comissão de Arbitragem.
 
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