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Porto Alegre, terça-feira, 03 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Esportes

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vôlei

03/07/2018 - 18h08min. Alterada em 03/07 às 18h08min

Renan prevê dificuldades em estreia na fase final da Liga das Nações

Após cinco semanas de disputa na fase classificatória, a seleção brasileira masculina de vôlei estreia nesta quarta-feira na fase final da Liga das Nações. A equipe passou por Sérvia, voltou ao Brasil, jogou na Rússia, Bulgária e, por fim, duelou na Austrália, na quinta semana do torneio antes de voltar aos treinos para o estágio derradeiro da competição, que será em Lille, na França.
O primeiro desafio da seleção brasileira, que soma 10 vitórias e cinco derrotas na primeira edição da competição, será contra os donos da casa, às 15h45 (de Brasília) desta quarta. Além dos franceses, atuais campeões (da competição, então chamada de Liga Mundial), a Sérvia também está no Grupo A. Na outra chave estão Estados Unidos, Rússia e Polônia.
Os dois melhores de cada grupo avançam para a disputa das semifinais, que ocorrem no dia 7. Os perdedores destes confrontos buscam a medalha de bronze no dia seguinte. A decisão do título acontece no mesmo dia, às 15h45.
Capitão e um dos grandes líderes da seleção, o levantador Bruninho falou sobre os primeiros trabalhos em solo francês para o duelo inicial da última fase. Os jogadores fizeram o reconhecimento da arena, que foi adaptada para o duelo.
"Sentimos um pouco do clima do que vai ser o jogo de amanhã [quarta]. O treino foi bom, estamos todos muito motivados, fizemos um bom trabalho nesta tarde, estamos prontos e querendo muito fazer um bom resultado aqui nesta semana", disse Bruninho
O técnico Renan Dal Zotto projetou dificuldade na partida. "Sabemos que a França é uma seleção fortíssima, mas o jogo é aberto. Eles vão ter o apoio da torcida, mas não acredito em favoritismo", afirmou o treinador, que salientou o que os brasileiros precisarão fazer para sair com a vitória.
"A França tem um time muito equilibrado, homogêneo, e esse é um jogo onde temos que funcionar bem em todos os fundamentos. O saque tem que entrar legal, o bloqueio, nossa virada de bola, contra-ataque, por isso, encaramos realmente esse jogo com uma final", concluiu.
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