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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de julho de 2018.
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copa 2018

Notícia da edição impressa de 02/07/2018. Alterada em 02/07 às 01h00min

Diante da seleção japonesa, Bélgica joga para consagrar geração milionária

Sob comando estrangeiro, a seleção da Bélgica enfrenta o Japão, hoje, na Arena Rostov, às 15h, com a missão de mostrar um futebol que a credencie como uma das quatro melhores seleções do mundo, objetivo traçado pela federação belga para o torneio na Rússia. Se somadas, as últimas transações dos quatro destaques do time europeu movimentaram quase R$ 300 milhões, em valores atualizados.
Hazard chegou em 2012 ao Chelsea, dois anos antes do goleiro Courtois. De Bruyne mudou-se do futebol alemão para o Manchester City em 2015. E Lukaku, no ano passado, saiu do Everton para o Manchester United. A estrelada geração belga já criava expectativas no Mundial de2014, mas parou nas quartas de final para a Argentina. Dois anos depois, na Euro 2016, realizada na França, outra eliminação nas quartas, desta vez para o País de Gales.
Para avançar na Rússia, os belgas terão pela frente a disciplina japonesa. Caso confirmem o favoritismo sobre os orientais, a equipe poderá ter o Brasil, nas quartas de final - caso ambos avancem. O meia Hazard afirmou que a cabeça está apenas no duelo com os japoneses. "Nós ainda não estamos pensando no Brasil. Primeiro nós precisamos vencer o Japão, e o Brasil também joga contra o México. Ainda não estamos pensando tão à frente. Não ganhamos da Inglaterra para poder enfrentar o Japão. Nós queríamos vencer", disse o camisa 10.
Já o técnico da seleção japonesa, Akira Nishino, revelou ontem que sua equipe não treinou cobranças de pênaltis antes da partida com os belgas. O treinador acredita que a vaga nas quartas pode vir no tempo normal. "Ainda que você treine quantas vezes puder, o aspecto mental de uma decisão por pênaltis em uma Copa do Mundo não pode ser simulado. A propósito, vamos tentar não ir tão longe e tentar ganhar o jogo antes", disse.
 
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