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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de junho de 2018.
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Jornal do Comércio

Esportes

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campeonato brasileiro

Alterada em 13/06 às 21h24min

Bruno Henrique marca no fim, Santos bate o Fluminense e respira no Brasileiro

Fluminense e Santos fizeram nesta quarta-feira, no Maracanã, um confronto de baixíssimo nível técnico e que mostrou bem por que as equipes estão na situação que se encontram no Campeonato Brasileiro. Sofrendo com desfalques e com problemas dentro e fora do campo, os adversários foram iguais em boa parte dos 90 minutos, com um tempo dominado por cada um deles. Mas, nos minutos finais, pesou a favor do lado santista a qualidade de Bruno Henrique, que marcou o único gol do triunfo por 1 a 0.
O Fluminense chegou ao quinto jogo consecutivo sem vencer - quatro derrotas e um empate - e foi a 14 pontos, no meio da tabela. Já o Santos vinha de apenas uma vitória nos últimos oito jogos da temporada, mas chegou a 13 pontos e garantiu seu lugar fora da zona de rebaixamento na parada para a Copa do Mundo.
Como se a má qualidade do futebol apresentado por ambos não fosse suficiente, as equipes têm sofrido com desfalques e vivem problemas extracampo. No Fluminense, salários atrasados estariam irritando elenco e o técnico Abel Braga, enquanto no Santos, a pressão sobre Jair Ventura é cada vez maior e a diretoria sofre com a indefinição sobre Rodrygo, que deixou a delegação antes da ida ao Rio por causa de sua negociação com o Real Madrid.
Em meio a este furacão, os times entraram exageradamente precavidos em campo. Diante da dificuldade do Fluminense de criar e da postura defensiva do Santos, os primeiros 15 minutos foram extremamente lentos e truncados. O primeiro chute a gol do time carioca saiu aos 19 e parou com tranquilidade nas mãos de Vanderlei. No minuto seguinte, os visitantes chegaram com perigo, Jean Mota finalizou com pouco ângulo e Júlio César fez grande defesa.
Aos poucos, o Fluminense cresceu, apostando nos contra-ataques e em Pedro, que diante da ausência de meias saía da área para servir como criador de jogadas. Na jogada mais bem construída, ele recebeu pelo meio e abriu com Pablo Dyego, que foi travado quando finalizaria de frente para Vanderlei.
Outra tentativa de solução para a falta de criatividade tricolor era a bola aérea, e quase deu certo aos 43. Mateus Norton cruzou da direita, Pablo Dyego desviou de cabeça e a bola passou a centímetros de Pedro, que tentou de carrinho.
Quando parecia que o Fluminense tomaria conta do jogo, foi o Santos que voltou amplamente superior do intervalo. Se não jogava bem, apertou a marcação, conseguiu ficar mais com a posse e passou a apostar na velocidade de seus atacantes para levar perigo.
Aos 12 minutos, teve a melhor chance até então. Em rápido contra-ataque pela esquerda, Gabriel recebeu boa enfiada, foi à linha de fundo e cruzou. Bruno Henrique subiu sozinho e cabeceou cruzado, rente à trave. Aos 20, a dupla funcionou de novo. Desta vez foi Bruno Henrique que cruzou da esquerda para Gabriel, que não conseguiu finalizar em cheio.
O Santos até seguiu melhor nos minutos que seguiram, mas já sem a mesma capacidade física, o que reduziu a velocidade e, consequentemente, minou as oportunidades de gol. Mas faria diferença a favor do time paulista a maior qualidade de seus jogadores. Aos 41, Bruno Henrique recebeu lançamento preciso de Diego Pituca, dominou com estilo e finalizou para a rede para definir o placar.
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