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EMPREENDEDORISMO

Notícia da edição impressa de 14/12/2018. Alterada em 13/12 às 23h00min

O que saber para empreender em 2019

Mauro Belo Schneider e Giana Milani
No ano de 2018, novamente, o empreendedorismo teve muita visibilidade, tanto no Brasil quanto no mundo. Cada vez mais pessoas trocam a estabilidade pela possibilidade de construir um projeto próprio, com propósito. E essa tendência deve continuar predominando em 2019.
Nessa reportagem, especialistas apontam quais negócios irão despontar, como a educação se reinventa para atender quem pretende ter uma empresa e o que estará na pauta em termos globais.
O cenário econômico, segundo o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Fabiano Zortéa, está muito mais otimista que o de 2017 e 2018. Para ele, entre os segmentos mais favoráveis para quem quer empreender está o que atende o mercado pet, em constante crescimento.
Há oportunidades otimistas, ainda, aos que trabalham com produtos orgânicos, brechós, consertos e reformas, alimentação alternativa, cervejaria, drones e realidade virtual e desospitalização.
Mas, claro, há sempre espaço para novas ideias e setores, pois, como todo mundo que empreende sabe, o imprevisível faz parte da rotina. Veja mais detalhes abaixo:

Mercados que prometem

Produtos orgânicos
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De acordo com Zortéa, a valorização em consumir itens saudáveis próximo de casa é a chance para lojas especializadas em produtos orgânicos. 
Pet
O mercado está positivo para quem investir na indústria voltada para pets. "A gente observa isso nas redes sociais, está muito atrelado com o comportamento da sociedade. As pessoas estão dispostas a investir muito mais dinheiro nesse segmento que há alguns anos", compara.
Brechós
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Os brechós estão ligados à sustentabilidade e à economia compartilhada, que figuram nas grandes apostas no Brasil. Quem compra itens desse tipo de local tem a possibilidade de investir o que gastaria em uma roupa nova, por exemplo, em outra aquisição. "Não quero usar meu dinheiro para comprar roupas novas, mas sim para comprar outras coisas", exemplifica Zortéa. O destaque fica para o mercado on-line de brechó, que permite negociar com todo o País.
Consertos e reformas
Assim como nos brechós, o comportamento do consumidor está voltando para o conserto de itens antigos. Nesse ramo, entram oficinas mecânicas, eletrônicas, ourives e até sapateiros. O modelo de negócio, analisa o consultor, é certeiro em economias que não estão em plenitude.
Alimentação alternativa
O setor apresentou em 2018 fase de amadurecimento e deve ter um de seus grandes momentos já em 2019, observa Zortéa. Produtos livres de glúten e lactose, por exemplo, têm demanda.
Cervejaria
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Embora alguns digam que está saturado, surgem cada vez mais sabores e tipos de cervejas no mercado. A bebida, comenta o consultor, é muito apreciada pelo brasileiro. "Outro ponto positivo é que foi recentemente inclusa no Simples Nacional", acrescenta.
Tecnologia
A vez será dos drones e da realidade virtual. O uso de drones pode auxiliar no agronegócio e baratear a irrigação dos plantios. Já existem startups oferecendo esse serviço. A realidade virtual auxilia a produção de conteúdo relevante e campanhas interessantes de marketing. "As empresas que trabalham com realidade virtual estão com cada vez mais espaço, tanto para outras empresas como para consumidores", pontua.
Saúde
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O mercado está acompanhando o envelhecimento da população no País, por isso a desospitalização será uma tendência que se estenderá além de 2019. Entram no conceito clínicas geriátricas, casas de repouso e negócios que proporcionam elementos para levar conforto ao paciente que troca o leito do hospital pelo quarto de casa.
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