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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Guia de Pós-Graduação 2017

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Notícia da edição impressa de 29/03/2019. Alterada em 29/03 às 03h00min

Na mídia e nas redes sociais, todo cuidado é pouco

Há uns quinze anos quando eu, você e quase todo mundo nos encontrávamos com os amigos para um bate-papo tranquilo, ou como dizem hoje, "de boas", falávamos o que pensávamos ou até fazíamos algumas provocações só para tirar alguém do sério. Todos conheciam uns aos outros e sabiam o que cada um pensava sobre futebol, sexo, política e outros temas tradicionalmente polêmicos.

E, vamos combinar, não tem graça reunir-se com os amigos e amigas sem pelo menos uma pauta "quente" para animar a conversa. Mesmo assim, como amizade não exige necessariamente pensamento único, quando a chapa esquentava nunca, ou quase nunca, as relações acabavam. O debate se limitava ao grupo e por ali se resolvia, em geral sem grandes traumas e remorsos.

Pois passados esses anos eis que chega um novo mundo, onde grupos de centenas ou às vezes milhares de "amigos" se encontram e falam à vontade em plataformas como o Facebook, o Twitter e o Instagram. Essas ferramentas deram um novo sentido à amizade, esse substantivo cada vez mais abstrato, mas nem todos perceberam a profundidade dessa verdadeira revolução. Muita gente ainda acredita nos conceitos de 15 anos atrás e se comporta como se estivesse naquela época.

Isso não acontece apenas com as pessoas e muitas marcas acabam entrando em conflito com os consumidores e o público devido a iniciativas desastradas dos seus gestores.

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