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Jornal do Comércio

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EXPONOTAS

Notícia da edição impressa de 27/08/2018. Alterada em 26/08 às 00h00min

Fim de semana atrai 93 mil visitantes para a Expointer

Multidão formou filas em frente às bilheterias, no acesso pela avenida lateral da BR-116

Multidão formou filas em frente às bilheterias, no acesso pela avenida lateral da BR-116


MATHEUS PICCINI/ESPECIAL/JC

O primeiro fim de semana de Expointer atraiu cerca de 93 mil visitantes, repetindo o número de público da largada da feira em 2017. O sol com frio ameno, que só aumentou no fim da tarde, garantiu condições ideais para o passeio a quem se dispôs a aportar no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. No começo da tarde de ontem, uma multidão e filas se formaram em frente às bilheterias, no acesso pela avenida lateral à BR-116. No sábado, pelo menos 33 mil pessoas haviam passado pelo parque.

Os pavilhões de grandes e pequenos animais registraram autênticos engarrafamentos. A lotação em meio às baias dos animais ocorreu principalmente porque os adultos queriam registrar com seus smartphones o momento de contato das crianças com os bichos. A pequena Alice, quatro anos, não teve nenhum receio e encostou a mãozinha em um búfalo. "Gosto dos animais e das vacas", disse a garotinha. 

As lojinhas de itens campeiros tiveram diferentes fluxos de clientes na estreia. Os donos da Gringo Pilchas vieram pela primeira vez na feira e consideraram que o frio ajudou no movimento e vendas. A dona Diana Celis diz que chapéus, botas e bombachas foram os mais procurados. A loja fez preços promocionais para atrair clientes. "Veio muito estrangeiro, como paraguaios e argentinos", surpreende-se a comerciante.

Muitos consumidores buscaram vestimentas para o acampamento da semana farroupilha, como o autônomo Samuel Ramalho, de Canoas. "Preços estão atrativos", comentou ele. De olho neste perfil, a dona de uma lojinha que está na quinta Expointer Maria Melaine do Amaral apostou na promoção de lenços a
R$ 5,00, metade do preço normal. "Vendemos mais de 50 unidades neste domingo, mas a ideia é que a pessoa entre e veja que tem mais coisa", diz Maria. A vendedora diz que o movimento está mais fraco que em 2017. "Deve ser o fim do mês. Minha esperança é que as vendas melhorem até o próximo fim de semana", torce a comerciante. A feira vai até domingo, 2 de setembro.

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