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Porto Alegre, domingo, 01 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

30/08/2019 - 17h51min.
Alterada em 01/09 às 11h03min
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Ministra pede que produtores hasteiem bandeira do Brasil na Semana da Pátria

Tereza Cristina diz que hastear a bandeira mostrará 'aforça do agronegócio nacional para o mundo'

Tereza Cristina diz que hastear a bandeira mostrará 'aforça do agronegócio nacional para o mundo'


LUIZA PRADO/JC
Rafael Vigna
Em meio ao duelo de declarações envolvendo o alto escalão dos governos do Brasil e da França, em razão das queimadas na Amazônia e diretrizes ambientais, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, convocou os produtores rurais a hastearem a bandeira do Brasil em suas propriedades.
O gesto, incentivado pela ministra durante a abertura oficial da Expointer nesta sexta-feira (30), em Esteio, no Rio Grande do Sul, serviria para demonstrar a “força do agronegócio” durante a Semana da Pátria, celebrada de 1º a 7 de setembro.
“Semana que vem tem início as comemorações da Semana da Pátria. Convoco todos os produtores rurais do Brasil a hastearem uma bandeira na porta da sua fazenda. Vamos mostrar para o mundo que o agronegócio brasileiro é unido e a nossa agricultura é pujante e sustentável”, conclamou a ministra.
Tereza Cristina também fez referência a uma mensagem que teria recebido de um agricultor gaúcho. “Ele dizia que pensava em desistir da atividade. Eu peço, não desistam. Não desistam até para me dar força, porque eu vou até as últimas consequências em defesa do agronegócio brasileiro. Não esmoreçam. Ataques nos vamos sofrer, pelo gigantismo do agronegócio e pelo patamar que alcançamos”, declarou.
Na mesma linha, o presidente da Farsul, Gedeão Pereira, identifica a existência de uma “luta ideológica interna e uma guerra comercial externa. “Uma ajuda outra. A luta ideológica é porque sabemos muito bem o que aconteceu com as ONGs que estavam dentro do Ministério do Meio Ambiente e sabemos muito bem o que aconteceu agora com essas ONGs neste governo, quando, finalmente, foi retirado o tacão ambientalista xiita do lombo do produtor rural. Portanto, este produtor rural agradece, porque respeita o meio ambiente”, afirmou o presidente da Farsul.
Gedeão atribui os problemas da Amazônia e os ataques à política ambiental a uma represália ao acordo comercial do Mercosul com a União Europeia.
“Será que estamos queimando o Brasil com um agronegócio desta magnitude? Não, é óbvio que não. A luta se estabeleceu e é inegável que ela existe e se relaciona com o crescimento do agronegócio brasileiro, que será responsável pelo alimento das nações, principalmente, das asiáticas. Ouvi isso do embaixador da China que nos disse que confiava no nosso País no curto, médio e longo prazo. Acredito que hoje a nossa agricultura é imprescindível para o mundo. O mundo não vive mais sem ela, mas, provavelmente viva sem a agricultura francesa”, cutucou Gedeão.
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