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Petroquímica

24/05/2019 - 04h20min. Alterada em 24/05 às 12h02min

Polo de Triunfo está otimista e projeta crescimento para o ano

caderno dia da indústria petroqUímica crédito  Arlanxeo divulgação

caderno dia da indústria petroqUímica crédito Arlanxeo divulgação


/ARLANXEO/DIVULGAÇÃO/JC
Cândida Hansen
O Polo Petroquímico de Triunfo, formado por Arlanxeo, Braskem, BRK Ambiental, Innova, Oxiteno e White Martins, vive um momento de otimismo e expectativa de crescimento para 2019. São aproximadamente 6,3 mil funcionários distribuídos entre as seis empresas. A Braskem, maior companhia presente no polo, já iniciou novos investimentos neste ano, inclusive no Estado. A empresa fechou o ano passado com geração líquida de caixa recorde, atingindo R$ 7,1 bilhões, crescimento de 187% em relação a 2017.
O Polo Petroquímico de Triunfo, formado por Arlanxeo, Braskem, BRK Ambiental, Innova, Oxiteno e White Martins, vive um momento de otimismo e expectativa de crescimento para 2019. São aproximadamente 6,3 mil funcionários distribuídos entre as seis empresas. A Braskem, maior companhia presente no polo, já iniciou novos investimentos neste ano, inclusive no Estado. A empresa fechou o ano passado com geração líquida de caixa recorde, atingindo R$ 7,1 bilhões, crescimento de 187% em relação a 2017.
De acordo com a empresa, o resultado se deveu à variação positiva do capital de giro operacional, a depreciação do real frente ao dólar, ao menor pagamento de tributos no exterior e ao menor pagamento de juros. A receita líquida de vendas também cresceu 18% na comparação ano a ano, indo de R$ 49,3 bilhões em 2017 para R$ 58 bilhões em 2018. O Ebitda da Braskem recuou 8%, de R$ 12,3 bilhões para R$ 11,3 bilhões no ano passado. A empresa registrou um lucro líquido de R$ 2,87 bilhões no ano passado, inferior em 30% ao alcançado no ano anterior, de R$ 4,1 bilhões.
A projeção da Braskem é investir globalmente cerca de R$ 3.315 milhões neste ano. Do total investido, R$ 300 milhões serão direcionados a projetos de saúde, segurança e meio ambiente e R$ 1,968 milhão a projetos relacionados à manutenção, produtividade e eficiência operacional, incluindo investimentos a serem realizados durante a parada programada da central petroquímica da Bahia. O saldo remanescente será direcionado a outros projetos estratégicos, como o investimento na nova planta de PP nos Estados Unidos (US$ 223 milhões).
"O desempenho da indústria em geral neste ano na comparação com o ano passado não está sendo conforme o esperado, mas há possibilidades de crescimento, principalmente para quem trabalha na área de tecnologia. O mercado de produtos renováveis, em função da economia circular, deve ganhar tração nos próximos anos. Não é um movimento rápido ou que acontecerá de forma abrupta, mas é um movimento para o qual a Braskem vem se preparando", afirma Sérgio Saccomandi, diretor Industrial de PP da Braskem.
A Arlanxeo, líder mundial na produção e comercialização de borracha sintética, comemora uma mudança no seu controle: desde 1º de janeiro deste ano, a companhia pertence 100% à Saudi Aramco, que adquiriu a outra metade da Lanxess - de 2016 a 2018, a Arlanxeo era uma joint venture, metade Lanxess (alemã) e metade Saudi Aramco (saudita).
"A aquisição da companhia está alinhada com o planejamento estratégico da empresa da Arábia Saudita em aumentar a sua participação na cadeia petroquímica em relação a exploração e comercialização de petróleo", avalia Angelo Brazil, diretor-presidente da Arlanxeo no Brasil. A empresa está presente em nove países e conta com cerca de 3,8 mil funcionários e mais de 20 unidades de produção.
Ao lado de Innova, Oxiteno e Braskem, a Arlanxeo é uma das companhias de segunda geração presentes em Triunfo. A White Martins participa do processo produtivo por meio do fornecimento, principalmente, de nitrogênio gás para inertização de equipamentos e processos. Já a BRK Ambiental é uma empresa de saneamento que opera o serviço de água do complexo industrial.
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