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Coronavirus

- Publicada em 01 de Junho de 2022 às 15:07

Covid-19 responde por 59,6% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda, diz Fiocruz

A porcentagem aumentou em relação ao boletim da semana passada, quando a Covid-19 representava 48% dos casos positivos

A porcentagem aumentou em relação ao boletim da semana passada, quando a Covid-19 representava 48% dos casos positivos


PATRICK T. FALLON/AFP/JC
Agência Brasil
O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (1º), mostra que a Covid-19 responde por 59,6% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) com identificação viral nas últimas quatro semanas. A porcentagem aumentou em relação à divulgação da semana passada, quando a Covid-19 representava 48% dos casos positivos. O boletim mostra que a tendência é de aumento.
O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (1º), mostra que a Covid-19 responde por 59,6% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) com identificação viral nas últimas quatro semanas. A porcentagem aumentou em relação à divulgação da semana passada, quando a Covid-19 representava 48% dos casos positivos. O boletim mostra que a tendência é de aumento.
De acordo com a Fiocruz, entre os casos de SRAG que evoluíram para morte, 91,1% dos que tinham identificação viral testaram positivo para a Covid-19. O boletim considera os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até 30 de maio e é referente ao período de 22 a 28 de maio. A estimativa é de 7,2 mil casos de SRAG nesse período.
O boletim mostra que a curva nacional de casos continua com indícios de crescimento tanto nas tendências de longo prazo, consideradas as últimas seis semanas, quando no curto prazo, consideradas as últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre a população em geral, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de influenza A (4%); influenza B (0,4%); vírus sincicial respiratório (25,1%); e Sars-CoV-2, vírus responsável pela covid-19 (59,6%). Entre os óbitos, a presença de vírus entre os positivos foi de influenza A (1,6%); vírus sincicial respiratório (4,1%) e Sars-CoV-2 (91,1%).
Consideradas apenas as crianças de até 4 anos de idade, foi verificado o predomínio do vírus sincicial respiratório, seguido dos casos de Sars-CoV-2, rinovírus e metapneumovírus. Nesse grupo, os casos associados à Covid-19 nas últimas quatro semanas ultrapassaram os registros associados ao rinovírus. Segundo o boletim, essa é uma alteração decorrente do aumento de casos de Covid-19 na população em geral.
De acordo com o boletim, apenas sete das 27 unidades federativas não apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Os estados que apresentam sinal de estabilidade são Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Sergipe e Espírito Santo.
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