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Coronavírus

- Publicada em 09h40min, 22/07/2021. Atualizada em 11h38min, 22/07/2021.

Intervalo da primeira para segunda dose da Pfizer e AstraZeneca volta para 12 semanas

Antecipação havia sido definida para acelerar a proteção contra contaminação da variante delta

Antecipação havia sido definida para acelerar a proteção contra contaminação da variante delta


Luize Baini/SMS PMPA/JC
Volta ao que era antes. O intervalo entre a aplicação da primeira (D1) e da segunda dose (D2) dos imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca/Oxford voltou a ser de 12 semanas no Rio Grande do Sul.
Volta ao que era antes. O intervalo entre a aplicação da primeira (D1) e da segunda dose (D2) dos imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca/Oxford voltou a ser de 12 semanas no Rio Grande do Sul.
Em comunicado na noite dessa quarta-feira (21), a Secretaria da Saúde (SES) informou que o prazo seria novamente alterado atendendo ao pedido do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems).
O conselho que reúne representantes em todo o País decidiu manter as 12 semanas que originalmente eram adotadas. 
O Rio Grande do Sul, numa decisão entre a SES e as secretarias municipais no começo da semana passada, havia definido as 10 semanas para que o esquema vacinal - quando se completa a proteção esperada - fosse antecipado para melhorar a defesa contra eventual aumento da contaminação pela variante delta, que cresce em todo o mundo.
No Estado, são dois casos confirmados até agora de residentes em Gramado e há mais três em investigação, que devem ter resultado esta semana.
O Cosems seguiu recomendação do Ministério da Saúde pela manutenção das 12 semanas. O temor era de falta da D2 para os esquemas já iniciados. 
A orientação da SES é que as cidades que ainda têm em estoques doses de AstraZeneza pode aplicar em 10 semanas, mas para novos lotes que devem ser enviados aos municípios, valerá as 12 semanas. Prefeituras também têm autonomia para definir o uso dos imunizantes em estoque, como já adotar a nova orientação.
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