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saúde

- Publicada em 16h37min, 26/03/2021.

Após Butanvac, Pontes anuncia vacina em fase de teste com pacientes

Pontes disse que o governo federal investiu em 15 tecnologias diferentes desde o ano passado

Pontes disse que o governo federal investiu em 15 tecnologias diferentes desde o ano passado


ALAN SANTOS/PR/JC
No dia em que o governo de São Paulo anunciou a vacina do Instituto Butantan, a Butanvac, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, declarou já ter uma vacina em desenvolvimento na fase de testes clínicos, com voluntários, protocolada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
No dia em que o governo de São Paulo anunciou a vacina do Instituto Butantan, a Butanvac, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, declarou já ter uma vacina em desenvolvimento na fase de testes clínicos, com voluntários, protocolada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Pontes disse que o governo federal investiu em 15 tecnologias diferentes desde o ano passado. "Três dessas vacinas avançaram para pré-testes; agora estão entrando para testes com voluntários. Em fevereiro, uma dessas vacinas se adiantou bastante com a Anvisa", disse. "A boa notícia é que uma dessas vacinas já tem o protocolo - na data de ontem - registrado na Anvisa", disse ele ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto.
Questionado se o anúncio desta sexta-feira, 26, estava relacionado com a divulgação do instituto paulista, Pontes disse se tratar apenas de uma coincidência e que era bom para o País ter mais de uma vacina em desenvolvimento.
Pontes afirmou que desde ano passado tem falado sobre a importância de ter vacinas brasileiras.
Segundo ele, os testes serão feitos agora em 360 pessoas para testar sua segurança e que o protocolo foi desenvolvido em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP). Ele disse ainda que deve levar cerca de três meses para fazer testes da fase 1 e 2 e depois há outro cronograma para a fase 3. O desenvolvimento é uma estratégia de soberania, na avaliação do ministro. "Vimos a dificuldades que tivemos com importação", disse.
Agência Estado
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