Porto Alegre, sábado, 13 de fevereiro de 2021.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sábado, 13 de fevereiro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

SAÚDE

- Publicada em 09h16min, 13/02/2021.

Anvisa autoriza nova importação da vacina Covishield, da AstraZeneca

A quantidade de doses será definida pelo Ministério da Saúde

A quantidade de doses será definida pelo Ministério da Saúde


DIBYANGSHU SARKAR/AFP/JC
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a importação de novas doses da Covishield, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. A quantidade de doses será definida pelo Ministério da Saúde. À Anvisa, cabe a autorização conforme solicitação do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos - Bio-Manguinhos, Unidade Técnico-Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a importação de novas doses da Covishield, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. A quantidade de doses será definida pelo Ministério da Saúde. À Anvisa, cabe a autorização conforme solicitação do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos - Bio-Manguinhos, Unidade Técnico-Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 
A agência já havia autorizado no início do ano a importação de 2 milhões de doses da vacina. A vacina com a importação aprovada foi a produzida na Índia pela Serum Institute of India. A expectativa é que nos próximos meses a Fiocruz já esteja produzindo a Covishield no Brasil.

Covaxin e Sputnik V

Outros dois laboratórios continuam em fase de negociações com o governo brasileiro. Os produtores da Covaxin (a indiana Bharat Biotech) e da Sputnik V (Instituto Gamaleya) ainda precisam enviar informações à Anvisa. Segundo o governo brasileiro, ainda há esclarecimentos pontuais, porém importantes, a serem feitos.
"Uma vez solucionadas essas questões, poderão ser assinados os acordos que permitirão ao Brasil receber 20 milhões de doses da Covaxin - distribuídas em entregas ao longo de cerca de três meses - e 10 milhões de doses da Sputnik V, que chegariam em remessas divididas no prazo de três meses", disse o governo federal, em nota.
Na quinta-feira (11), em sessão de debates no Senado, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez críticas às condições impostas por laboratórios produtores de vacinas, como a Pfizer, Janssen, Moderna e Sputnik V. Segundo ele, ou a vacina é muito cara, as doses são insuficientes ou a entrega é tardia. Diante disso, ele acredita que o destino do Brasil é ser um produtor de vacina, e não um comprador. Na mesma sessão, ele afirmou que o governo vacinará toda a população até o fim do ano.
Agência Brasil
Comentários CORRIGIR TEXTO