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Saúde

- Publicada em 15h26min, 07/01/2021. Atualizada em 15h31min, 07/01/2021.

Butantan diz que intervalo maior entre doses permite cobertura mais ampla em menos tempo

Instituto informa que existem 10,8 milhões de doses da vacina Coronavac em solo brasileiro

Instituto informa que existem 10,8 milhões de doses da vacina Coronavac em solo brasileiro


Governo de São Paulo/DIVULGAÇÃO/JC
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse considerar um intervalo maior entre aplicações das duas doses necessárias da vacina desenvolvida contra o novo coronavírus, a Coronavac, a fim de garantir que uma parcela maior da população no grupo de risco possa ser vacinada nos dias iniciais da campanha de imunização contra a Covid-19.
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse considerar um intervalo maior entre aplicações das duas doses necessárias da vacina desenvolvida contra o novo coronavírus, a Coronavac, a fim de garantir que uma parcela maior da população no grupo de risco possa ser vacinada nos dias iniciais da campanha de imunização contra a Covid-19.
Ao todo, existem 10,8 milhões de doses da vacina em solo brasileiro. Segundo o Plano Estadual de Imunização de São Paulo, seriam necessárias 9 milhões de doses para garantir a primeira dose da etapa inicial da fase de imunização, que inclui idosos com mais de 60 anos, indígenas, quilombolas e profissionais da saúde.
A aplicação da segunda dose seria realizada após um intervalo de 21 dias. Segundo Covas, o intervalo entre a aplicação das doses pode ser de 14 dias, dilatado até 28 dias.
Nos próximos dias, o instituto deve se reunir com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para solicitar o registro emergencial do imunizante.
Segundo informou Covas, o registro definitivo deve ser feito primeiro na China pela parceira do instituto no desenvolvimento da vacina, a farmacêutica Sinovac.
Agência Estado
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