Porto Alegre, terça-feira, 31 de março de 2020.
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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 31/03/2020. Alterada em 31/03 às 03h00min

Melhora no rating do Brasildeve ocorrer apenas em 2021

A piora do cenário econômico do Brasil com a pandemia deve adiar a melhora do rating soberano do País para 2021 - e apenas caso o governo retome a redução do déficit primário e da sua Dívida Bruta Geral, avalia a Austin Rating.
A piora do cenário econômico do Brasil com a pandemia deve adiar a melhora do rating soberano do País para 2021 - e apenas caso o governo retome a redução do déficit primário e da sua Dívida Bruta Geral, avalia a Austin Rating.
"Será quase inevitável que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atinja o nível de 80% entre o final de 2020 e o início de 2021", escreve o economista-chefe Alex Agostini, que assina o documento. A agência revisou sua estimativa de câmbio ao final do ano para R$ 4,90 por dólar. De acordo com a Austin, mesmo as ações de recompra de títulos soberanos brasileiros por parte do Banco Central não devem reverter esse quadro.
A agência ainda revisou as projeções para o déficit em conta corrente do País em 2020, de US$ 60 bilhões para US$ 43 bilhões. "Esse alívio no déficit será decorrente de forte arrefecimento da atividade mercantil global, principalmente por demanda de commodities minerais", finaliza o relatório.