Porto Alegre, sábado, 17 de outubro de 2020.

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Municípios

- Publicada em 20h37min, 27/03/2020. Atualizada em 20h38min, 27/03/2020.

'Os prefeitos têm decretos mais rigorosos que o governo', diz Famurs

'Era preciso uma liderança forte', disse Eduardo Freire (PDT), presidente da Federação

'Era preciso uma liderança forte', disse Eduardo Freire (PDT), presidente da Federação


CLAITON DORNELLES /JC
Diego Nuñez
Após 157 decretos de calamidade pública em cidades gaúchas serem enviados à Assembleia Legislativa, as prefeituras devem seguir o decreto do governo do Estado que flexibiliza a restrição ao funcionamento de serviços no Rio Grande do Sul.
Após 157 decretos de calamidade pública em cidades gaúchas serem enviados à Assembleia Legislativa, as prefeituras devem seguir o decreto do governo do Estado que flexibiliza a restrição ao funcionamento de serviços no Rio Grande do Sul.
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O presidente da Federação da Associação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Eduardo Freire (PDT), disse que os municípios gaúchos tinham a expectativa de regras mais rígidas no decreto de calamidade no Estado.
“Os prefeitos têm decretos mais rigorosos que o governo. Os municípios restringem o comércio, enquanto o governo restringe shoppings e outras coisas”, apontou Freire, que é prefeito de Palmeiras das Missões.
Mesmo que o governador Eduardo Leite (PSDB) tenha dado autonomia para que cada cidade decidisse como lidar com a crise, a orientação da Famurs é que as prefeituras sigam o decreto estadual de calamidade: “ nós estamos confiando nossas vidas exclusivamente no governador do estado”, disse o presidente da entidade. A ideia é que haja uma padronização de medidas de combate ao coronavírus entre os municípios gaúchos.
“Se as cidades a minha volta começam a abrir o comércio, de que forma eu consigo segurar? a pressão (do setor empresarial e de comércio) é muito grande, são poucos que conseguem segurar”, afirmou Freire.
O prefeito disse que o posicionamento do Governo Federal “com certeza impactou” para que municípios seguissem um decreto mais branco: “se o governo federal diz que é para abrir, o governador do estado diz que não é para fechar, como as cidades vão agir”, questionou.
Mas, segundo a Famurs, os municípios esperavam que Eduardo Leite publicasse um decreto forte que unificasse a questão em todo o Estado. Para não haver disputas entre as cidades, e para conter a pressão de setores econômicos para a reabertura comercial, Freire disse que “era preciso uma liderança única e forte nessa questão”.
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